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Como Ensinar Sobre Inclusão e Diversidade para os Pequenos

Como Ensinar Sobre Inclusão e Diversidade para os Pequenos

Oi mamãe! Hoje falaremos sobre um assunto muito importante tanto para os pequenos quanto para nós adultos: inclusão e diversidade! 

É importante lembrar que ensinar sobre inclusão para as crianças não é apenas falar sobre aceitar diferenças, é ensinar mais sobre amor ao próximo e acolhimento a quem precisa! Existem algumas formas de abordar a diversidade e inclusão social na educação dos pequenos, ajudando eles a entenderem e respeitarem as diferenças. 

Separamos algumas dicas importantes para auxiliar na tarefa de ensinar mais sobre inclusão aos pequenos: 

Seja o exemplo! 

Os pais e os membros mais próximos da família são as maiores referências durante o crescimento das crianças. Os pequenos observam as atitudes, e geralmente as reproduzem por ter você como exemplo, já pensou nisso? Por isso, é muito importante que você seja uma boa referência para seu filho, certificando de que suas atitudes são atitudes que você gostaria que seu filho tivesse! 

Sempre demonstre respeito ao próximo, ajudando quando for possível, respeitando vagas e filas preferenciais, evite o uso de palavras pejorativas ou que reforcem estereótipos, entre outras atitudes positivas. Se você for gentil, seu filho também será!

Fale sobre diversidade com seu filho

Às vezes, por não sabermos muito bem como responder algumas perguntas sobre as diferenças de outras pessoas, acabamos evitando prolongar o assunto, criando assim uma barreira em torno disso. 

Falar abertamente sobre a diversidade das pessoas é essencial para que seu filho entenda que não há nada de errado em ser diferente! Evitando falar sobre os assuntos, seu pequeno pode considerar que as diferenças são desagradáveis, impactando até na forma de tratar outras pessoas. Caso não saiba responder a pergunta corretamente, procure saber mais, diga para o pequeno que também está aprendendo junto com ele, mas não deixe de tirar todas as dúvidas que surgirem sobre o assunto. 

Ensine que é normal ser diferente

A palavra “normal” sempre é usada para definir uma pessoa que não tem nada de “diferente”. É importante ensinar seu filho que normal é ser diferente, e evitar linguagens que possam ser ofensivas para outras pessoas. 

Tente de forma neutra corrigir seu filho de possíveis linguajares inadequados que ele possa aprender em outros ambientes como a escola, casa de parentes ou contato com amiguinhos, oferecendo palavras e formas melhores de falar. Tenha cuidado para não repreender seu pequeno, lembre-se que ele ainda está aprendendo e muitas vezes suas palavras não vem de um lugar de preconceito. 

Fale sobre igualdade

Para ensinar sobre diferença, destacar pontos de igualdade é uma forma de enfatizar que apesar de qualquer coisa, somos todos iguais e não existe motivos para tratar outras pessoas de forma diferente! 

Quando destacamos nossas igualdades, deixamos de lado o fato de que as pessoas são diferentes, não dando espaço para o preconceito. É importante sempre demonstrar para seus filhos que a cor, a condição social, as origens ou as deficiências das pessoas não as define e não torna ninguém diferente de ninguém, somos todos seres humanos e merecemos respeito! 

Tenha diversas experiências com seus filhos

Ter amigos diversos e frequentar lugares inclusivos é um passo muito grande para ensinar sobre o respeito às diferenças para seu filho! Se seu filho viver em uma bolha onde não tem contato com pessoas que sejam diferentes de si mesmo, será mais difícil para que ele normalize as a diversidade das pessoas. 

Se você sempre pensou em como dar uma educação mais inclusiva para seu filho e ensiná-lo a respeitar as diferenças, essas dicas foram feitas para te nortear nessa tarefa que pode parecer difícil, mas não é! 

A idade dos pequenos é perfeita para ensinar valores como o respeito, além de incentivá-los a serem sempre pessoas melhores! Plante essa sementinha neles!

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

A Nutrição no Desenvolvimento Infantil

A Nutrição no Desenvolvimento Infantil

Oi mamãe! Hoje nós queremos saber: você se preocupa muito com a alimentação dos pequenos?

É natural que sua resposta seja sim! Afinal a alimentação é parte fundamental do crescimento saudável dos babys. Mas você sabia que essa é só uma das funções da comida no organismo das crianças? 

A boa alimentação é essencial para todas as interações bioquímicas que ocorrem no interior das células, e isso quer dizer que toda a vitalidade e ânimo do seu pequeno está ligado à qualidade da mesma. 

Mas, infelizmente, existem muitos mitos a respeito da nutrição infantil, o que acaba dificultando muito a vida das mamães que querem apenas oferecer a melhor qualidade de vida aos babys. 

Nosso objetivo hoje é descomplicar um pouco esse assunto e fazer você entender todo o impacto que uma boa nutrição pode ter na vida do seu filho, dando algumas dicas de como fazer isso! Então vem com a gente.

O impacto no aprendizado

Sabe aquele velho ditado que diz: “saco vazio não para em pé”? É a mais pura verdade! 

Nas crianças, o significado disso é aquela falta de disposição para brincar, pensar, aprender ou realizar qualquer atividade. Os nutrientes como proteínas, vitaminas e minerais, obtidos através de alimentos naturais e saudáveis, são o combustível para que a criança tenha ânimo e energia para o dia a dia.

As frutas e vegetais são essenciais na fase de desenvolvimento das crianças, pois proporcionam tudo que elas necessitam. Uma dieta sem esses nutrientes afeta diretamente as reações químicas do cérebro, que são totalmente dependentes deles, podendo inclusive desacelerar a evolução do raciocínio e das habilidades motoras.

Como melhorar a alimentação dos babys?

Agora que você já entendeu a importância da boa nutrição do seu filho, vamos fazer isso na prática?

A maior orientação dos especialistas é de que os pratos dos bebês sejam super coloridos! Quanto mais variedade melhor! 

O verde pode vir do brócolis ou da couve, o vermelho da beterraba, o laranja da cenoura, e assim por diante! Inclusive, essa é uma ótima maneira de convencer os pequenos a ingerirem esses alimentos. Na hora da refeição lance esse desafio para a criançada: 

– “Quem consegue ter mais cores em seu prato?”

Além dos legumes, verduras e frutas, outra coisa que deve ter sempre sua atenção é a qualidade dos demais alimentos que estão sendo incluídos na alimentação deles. 

Os embutidos, fast foods e demais comidas industrializadas em excesso são prejudiciais! Isso porque eles acabam substituindo a comida de verdade sem trazer nenhum tipo de benefício para o corpo da criançada.

O açúcar em excesso também é um vilão, e ele nem sempre vem na forma de doces, viu? Ele está muito presente nos refrigerantes, sucos industrializados e até mesmo nos salgadinhos, por incrível que pareça!

Manter a atenção na qualidade dos alimentos que você oferece para os pequenos é essencial! Para outras dicas importantes sobre esse assunto, você também pode acessar esse post aqui.

O que fazer quando eles aprendem a negar comida?

Ok, nós sabemos que tudo o que foi dito acima é lindo na teoria, mas difícil de por em prática! Ah se todos os pequenos gostassem de brócolis como gostam de algodão-doce, não é mesmo, mamãe?

Mas, se você é uma mamãe antenada, já viu a gente falar por aqui que bons costumes são ensinados desde cedo aos babys. Com a comida também é assim! Quanto antes você ensiná-lo a comer bons alimentos, mais fácil vai ser controlar isso durante seu desenvolvimento.

O primeiro passo é buscar informação com profissionais! Pergunte ao pediatra ou à nutricionista quais alimentos são melhores para a fase atual do seu bebê e mantenha esse acompanhamento sempre.

Mas, se houver resistência por parte deles, mantenha a calma! Nós também temos algumas dicas. 

  1. Sempre ofereça uma boa variedade! Antes de cozinhar, adquira o hábito de perguntar quais vegetais a criança quer comer no dia. Fazer com que isso pareça uma escolha dela, e não algo imposto, é uma excelente tática para que ela não negue a comida.
  2. Não force! Se você forçar algum alimento, pode criar uma visão ruim na criança sobre ele, fazendo com que ela nunca mais o queira. Deixe que ela escolha não comê-lo hoje e tente novamente outro dia.
  3. Façam as refeições juntos! Afinal, a melhor forma de educar é pelo exemplo.

Mas e se nada disso adiantar? 

Vocês podem tentar cozinhar juntos! Deixar que a criança acompanhe o preparo de uma refeição pode ser uma excelente maneira de despertar seu interesse pela comida. Cozinhar junto com os pequenos desperta seu interesse e gera uma expectativa de ver o resultado final. 

Escolha receitas nutritivas para esses momentos, como um sanduíche natural, um bolo de beterraba ou biscoitinhos de aveia, por exemplo. Basta soltar a criatividade.

Esperamos que essas dicas sejam úteis para você e sua família! Afinal, oferecer uma melhor qualidade de vida para os pequenos, cheia de saúde, alegria e energia para aprender brincando são essenciais para manter vivo o encanto de ser criança

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Problemas na Visão: Identifique os Sinais

Problemas na Visão: Identifique os Sinais

Olá mamãe e papai, esperamos que esteja tudo bem por aí!

Às vezes, com todas as preocupações do dia a dia acabamos ignorando certos comportamentos, ou tratando com maior normalidade do que deveríamos, sabiam? Na verdade, isso é extremamente comum nos cuidados com os olhinhos dos pequenos.

Situações que consideramos apenas como uma certa sensibilidade ou traços da personalidade do pequeno podem ser, na verdade, um sinal de que seu filho está precisando usar óculos.

Mas não precisam ficar preocupados! Hoje nós vamos falar sobre todos esses alertas que precisam de atenção para levar seu baby o quanto antes ao oftalmologista!

Confiram abaixo:

De 0 à 2 anos de idade

Nos primeiros anos, os sinais são muito sutis! 

A primeira coisa a ser notada pelos papais deve ser o interesse do pequeno pelas pessoas e objetos de um determinado ambiente. As crianças pequenas tendem a fixar muito os olhos em coisas chamativas, se isso não acontece com o seu pequeno, pode ser porque ele não está vendo com clareza.

Outra coisa importante a ser observada é a sensibilidade dos olhinhos. Se seu baby tende a deixá-los fechados em ambientes mais claros, apresenta irritação, vermelhidão ou lacrimejamento com muita frequência, pode ser um indicativo de que ele possui alguma dificuldade, como a miopia por exemplo.

É bom lembrar também que essa irritação frequente nos olhos nunca deve ser encarada com tanta naturalidade, pois além de indicar probleminhas na visão, podem indicar outras condições como alergias e infecções.

É por isso mamãe e papai, que mesmo que seu pequeno não consiga, de fato, falar que não está enxergando tão bem assim, vocês podem perceber essas dificuldades ainda nos primeiros aninhos de vida e tratá-las com bastante antecedência.

Acima dos 2 anos de idade

Apesar de ser sempre melhor indicar as dificuldades na visão mais cedo, a verdade é que muitos pais percebem esses sinais após certas reclamações na idade escolar.

Dificuldades da alfabetização, leitura e escrita ou até mesmo após esse período de alfabetização quando o pequeno ainda usa um dedo para guiar a leitura, passando-o por baixo das palavras, podem ser os indicativos mais comuns, mas outros sinais também podem ser percebidos antes que essas situações venham a tona, como as comuns dores de cabeça ou aquele incômodo frequente na região frontal (testa).

Alguns especialistas também apontam que esfregar os olhos o tempo todo ou apertá-los sempre que querem enxergar algo são atitudes comuns de serem percebidas. 

Outra situação que acaba passando despercebida pelos papais e mamães é a proximidade com as telas, como quando o pequeno quer ver TV e senta-se bem pertinho dela, ou aproxima muito os celulares e tablets do rosto para assistir vídeos ou jogar. Pode parecer apenas manias de criança, ou até mesmo teimosia, mas pode ser um indicativo de que seu pequeno não consegue ver bem se não estiver tão perto assim.

No entanto, quando os problemas na visão ainda são muito leves, essas situações podem não ser notadas dentro de casa, e é aí que entra uma pessoa muito importante na história: o professor ou a professora do seu filho! É importante que vocês mantenham contato constante para ficar sabendo se as crianças reclamarem que não conseguem ver bem a lousa ou ler algo nos livros. 

A verdade é que cuidar dos olhinhos é sempre necessário, em qualquer idade, e por isso, o melhor para o seu baby é que ele passe por um oftalmologista anualmente para um check-up, pois o quanto antes são tratados esses probleminhas, menos graves eles podem ser.

No entanto, apesar de ser uma situação um tanto desafiadora para os pequenos, usar óculos não significa que a criança será incapaz de qualquer coisa, viu mamãe e papai? Isso é uma crença muito antiga e não existem motivos para ficarem tristes ou super preocupados. Desde que seja tratado por um profissional, seu baby poderá desfrutar de qualquer brincadeira tranquilamente e manter vivo todo o encanto de ser criança.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Ter um Animal de Estimação é Tudo de Bom!

Ter um Animal de Estimação é Tudo de Bom!

Olá papai, olá mamãe, hoje vamos falar de um assunto que todo mundo ama: os animais de estimação.

Quem tem um pet em casa ou passou sua infância com a companhia ilustre de um bichinho de estimação, sabe bem como eles são super queridos e amados, além de fazerem uma grande diferença na vida da gente, não é mesmo!? 

E se você está em dúvida sobre ter ou não um cachorrinho, gatinho ou outro animalzinho em casa por causa do seu filho, saiba que hoje nós vamos te dar muitos motivos para apostar sem medo nesse novo companheiro para seu lar. Una-se ao time dos que amam os animais de estimação conosco: 

Ele é o melhor amigo do homem e das crianças também! 

Um animalzinho pode se tornar o confidente de uma criança, pois com a crença de que eles sentem, entendem e escutam o que falamos e sentimos, os pequenos podem ver nele um porto seguro para conversar, e até mesmo desabafar quando está bravo, impaciente ou triste

Um bichinho de estimação ensina muito sobre responsabilidade.

Os animais demandam muitos cuidados como passear, dar banho, alimentar, escovar e muito mais. Mas isso não pode ser uma barreira para você ter um pet em casa, muito pelo contrário. O senso de responsabilidade que um animalzinho cria nas crianças é muito benéfico para seu crescimento, pois além de lidar com as necessidades do bichinho (conforme a idade vai avançando a criança ganha tarefas no cuidado com o bichinho) ele vai entender mais sobre as responsabilidades que os papais têm com as necessidades dele mesmo. Legal não é? 

Auxilia no ensino sobre valores e ciclo da vida.

Ter um bichinho de estimação em casa ajuda na hora dos pais ensinarem algumas lições para os pequenos, por exemplo sobre o nascimento, reprodução, acidentes e até mesmo como lidar com a dor da perda (em casos onde acontece a morte do animalzinho). Essa experiência e vivência com os bichinhos será útil em muitos aspectos e eventos futuros na vida do pequeno.

São excelentes companheiros de aventuras!

Não dá pra negar que os animais têm muita energia para brincar e essa energia é excelente para estimular a prática de atividades físicas pelas crianças (coisa que nenhum celular ou tablet faz). Os animais demandam interação e brincadeiras que movimentam portanto as crianças sempre tem uma oportunidade valiosa de interação social e prática de exercícios. Além disso, existem atividades que podem ser feitas por toda a família, como os passeios, por exemplo, que criam momentos de harmonia entre os pais, crianças e pets, além de contribuir para o abandono do sedentarismo da família toda! 

São excelentes para ajudar no desenvolvimento social

A interação que os pequenos têm com os animais podem ser um fator determinante na melhora da sua autoestima e confiança. Isso influencia diretamente na capacidade de interagir com outras crianças e adultos. Esse auxílio natural no desenvolvimento emocional é excelente para crianças mais velhas e adolescentes se tornarem socialmente mais competentes e desenvoltos.

Auxiliam no desenvolvimento emocional das crianças

Algumas habilidades como autocontrole, socialização e capacidade afetiva são desenvolvidas por crianças que crescem na companhia de um animalzinho. Esses aspectos positivos são derivados do convívio com o companheiro, que ensina o pequeno a interpretar sentimentos e necessidades de outro ser, trabalhando simultaneamente a empatia, o carinho e a comunicação não-verbal com o próximo.

Atenção com alguns cuidados: 

Claro que ter um novo integrante em casa é sempre um desafio, mas nós trouxemos dois aspectos que você precisa se atentar ao adotar um animalzinho para sua família:

  1. Cuidados com a higiene do cãozinho, gatinho ou outro animal são extremamente necessários, portanto mantenha pulgas e carrapatos bem longe, não se esqueça de dar banhos e levar ao veterinário regularmente . 
  2. Até cerca de sete anos, é necessário que os pais acompanhem a interação dos pequenos com os animais, afinal, o cuidado e a supervisão podem evitar acidentes e estranhamentos entre os pequenos e os bichinhos.

Por último, aqui vai um recadinho para as grávidas de plantão: Não tenha medo do convívio entre o bebê e o bichinho!

Se você já tem um animaizinhos em casa e está grávida, é normal ter insegurança sobre como será o convívio entre eles, portanto fique dê olho nessas dicas que vão te ajudar a se livrar dessa preocupação: 

  • Dê tempo aos dois: os bebês normalmente não vão identificar um animalzinho como um ser vivo até os três meses de idade, mas os pets já sentem a presença do pequeno, seu choro, a atividade diferente dentro da casa, portanto estimule o convívio deles mas sem forçar nenhuma situação. 
  • Alimente o convívio: quando você estiver grávida, deixe o pet pertinho de você e da sua barriga. Converse com ele sobre a chegada do bebê e não deixe o bichinho de lado, pois afastar ele do seu convívio e do bebê só vai deixar ele com ciúmes e estranhamento da nova vida que está chegando para dividir a atenção dos donos.
  • Faça a apresentação: tenha paciência e tempo para apresentar as duas vidas. Você já conhece bem a personalidade do seu pet, portanto vai saber a melhor maneira de apresentar a nova vida a ele. Nada de fazer isso com pressa e em um momento de estresse. Esse primeiro contato deve ser supervisionado e cheio de carinho e atenção (tanto com o baby quanto com o animalzinho).

Por fim, percebemos que além de fofos e divertidos, os bichinhos de estimação ajudam muito no desenvolvimento dos pequenos e na união da família. Portanto não tenha medo e aposte de vez na adoção de um novo melhor amigo para seu filho. 

Agora compartilhe sua experiência com a gente: você tem um pet em casa? Está pensando em adotar um? Tem uma história engraçada envolvendo seus filhos e os bichinhos? Estamos curiosos para saber tudo sobre esses seres que sabem muito bem como manter vivo o encanto de ser criança!

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Volta às Aulas com Segurança

Volta às Aulas com Segurança

Olá mamãe e papai, como estão as coisas por aí? 

Hoje viemos falar sobre um assunto que por si só já levanta muitos desafios, mas esse ano está ainda mais complicado, devido a pandemia do Coronavírus. Nós estamos falando da volta às aulas!

Normalmente já é um grande desafio explicar para os pequenos que eles não vão mais poder dormir até mais tarde, brincar a qualquer hora e que  as obrigações e deveres da escola estarão de volta a rotina. E depois de mais de um ano longe da escola, a adaptação para as aulas online e os grandes desafios que essa condição trouxe para as crianças, a volta às aulas presenciais será muito mais desafiadora nesse momento.

Para descomplicar esse assunto, trazer conforto para os papais e mamães e dicas essenciais de cuidados para os pequenos, hoje vamos abordar esse assunto com clareza e trazer soluções! Vem com a gente:

Apesar de a volta às aulas presenciais ser uma incógnita em diversos lugares do país, alguns estados já estão aderindo a essa volta (seja por completo ou de forma híbrida) e para que essa volta aconteça com segurança, é essencial que as escolas se adaptem à nova rotina e adotem estratégias para manter os alunos, professores e demais funcionários seguros no ambiente escolar.

Portanto enquanto lutamos contra a pandemia do Covid-19, verifique se a escola do seu filho está adaptada para ter um retorno seguro e tranquilo:

Assim como todos os estabelecimentos, as escolas terão que cumprir algumas medidas básicas de proteção, são elas:

  • Obrigatoriedade do uso de máscaras por todos que frequentam a instituição;
  • Medição de temperatura de quem tem acesso aos locais de ensino;
  • Distribuição de dispensadores de álcool em gel 70% em todo o ambiente escolar (nas salas e demais ambientes);

Alguns outros cuidados se fazem necessários pela instituição:

Manter os ambientes limpos: higienizar superfícies, cadeiras, mesas, tapetes, armários e trocadores com frequência é essencial para manter um cuidado extra com a contaminação.

Evitar o compartilhamento de objetos: os armários coletivos não devem mais existir e o professor deve orientar os pequenos quanto ao não compartilhamento de objetos pessoais como lápis, caneta, giz etc.

Restrição de pessoas: não devem ser permitidas as visitas de outras escolas e de pessoas de fora da instituição (recreadores, músicos, etc). Além disso, os horários de entrada e saída de alunos precisam ser devidamente organizados, para que não haja aglomeração de pessoas.

Suspensão das atividades coletivas: mesmo sendo muito importante que os pequenos criem vínculos entre si, nesse momento as atividades em grupo devem ser suspensas. Quanto às atividades físicas: devem ser realizadas ao ar livre, sem compartilhamento de objetos e respeitando a distância entre os alunos.

Adequar a ventilação: as escolas devem dar preferência para a ventilação natural e evitar o uso de ventiladores e ar condicionado.

Comunicação das regras: regras como o distanciamento obrigatório, o não compartilhamento de objetos e uso de máscaras podem ser ensinados aos pequenos de forma lúdica, assim fica mais fácil para eles entenderem e aplicarem isso de forma mais natural e sem uma tensão desnecessária.

Esses e outros cuidados, estão listados no Guia de implementação de protocolos de retorno das atividades presenciais nas escolas de educação básica, do MEC.

Além do cuidado com o ambiente escolar, os pais devem ficar de olho nos cuidados pessoais do filho antes de enviá-lo à escola. Ter a certeza que o pequeno vai saber se cuidar e respeitar as regras de forma eficiente quando estiver sozinho é essencial para manter a tranquilidade nessa volta às aulas presenciais.

Para isso, listamos os principais cuidados que devem ser orientados e observados nas crianças: 

Uso contínuo de máscara

Essa prática pode ser treinada dentro de casa mesmo! Faça a criança entender a respeito do uso de máscaras e treine com ela enquanto estão em casa. Dessa maneira vai ser mais fácil dela compreender e seguir essa regra quando estiver na escola. Clique aqui Crianças e máscaras: o grande desafio | Blog Pé com Pé para ter uma ajudinha nesse desafio.

Anote aí: forneça ao pequeno máscaras reservas (para permanecer durante o horário escolar) e ensine ele a retirar com cuidado a máscara usada e armazenar/ descartar em um lugar adequado.

Higienização constante das mãos

Criar, em casa, o hábito de lavar sempre as mãos com água e sabão ou então utilizar álcool em gel quando não for possível lavar as mãos é essencial para que o pequeno tenha essa prática quando estiver sozinho no ambiente escolar.

Não abraçar nem beijar os amiguinhos

Converse muito com seu filho sobre a necessidade de manter o distanciamento social, pois ele pode estar sentindo muita falta dos amigos e acabar esquecendo essa regra ao encontrá-lo. Portanto é importante ensinar maneiras para manter a socialização, sem comprometer a segurança dos pequenos (como por exemplo, o comprimento com os cotovelos, para substituir os abraços, beijos e toques).

Manter o distanciamento entre os amigos

Seja na sala de aula ou em outros espaços, é necessário alertar as crianças diariamente sobre a necessidade de manter distância do coleguinha, inclusive na hora do lanchinho.

Não compartilhar materiais

Forneça ao pequeno todo o material necessário para que ele frequente as aulas e ensine que ele não deve compartilhar com outras crianças objetos pessoais, como lápis, caderno, livros, giz de cera, nem alimentos.

Não utilizar bebedouros

Os locais de fornecimento de água das escolas devem ser adaptados, mas é sempre bom lembrar o pequeno de não utilizar bebedouros e fornecer a ele sua própria garrafa de água (você pode escolher uma garrafinha com a cor ou personagem que ele gosta, dessa maneira o pequeno vai amar estar sempre com ela e será mais fácil ele utilizar quando necessário).

Observar os sintomas

Os pais devem estar bem atentos aos sintomas apresentados pelos pequenos, e caso haja qualquer sintoma suspeito ou a criança tenha tido contato com alguém infectado, não devem levar a criança para a escola, além de comunicar a instituição sobre o ocorrido.

Com esse checklist bem definido e seguido à risca, a volta às aulas vai ser muito segura e eficiente.

Lembrando que é preciso reforçar todos os dias com a criança sobre as regras e a importância de seguir todos os protocolos, para a segurança dela, da família, dos amigos e professores.

Pois é mamãe e papai, não será fácil, mas com empenho, dedicação e comprometimento, tanto dos pequenos e da família quanto da escola e dos profissionais, o tão esperado retorno às aulas presenciais será aproveitado por todos e vai ajudar a manter vivo o encanto de ser criança, em meio a um mundo tão cheio de mudanças.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Por Que Incentivar o Esporte na Infância?

Por Que Incentivar o Esporte na Infância?

Oi, como você está? Se assim como o resto do Brasil você tem acompanhado as olimpíadas, temos certeza de que aquela vontade de começar ou voltar a praticar um esporte invadiu a sua mente também.

Mas pra gente, isso trouxe uma reflexão ainda maior sobre o assunto, e por isso, hoje queremos conversar com você a respeito da importância dos esportes para a vida em geral!

Os benefícios para a saúde

Praticar um esporte e movimentar o corpo é parte essencial da nossa busca por um estilo de vida mais saudável. No entanto, quando realizado na infância, o esporte pode ter um papel ainda mais importante!

Quando falamos que as crianças têm energia de sobra para as brincadeiras,não é exagero! O crescimento e desenvolvimento constante do corpo faz com que eles tenham uma energia enorme a ser gasta diariamente. 

Por isso, direcionar essa energia para uma atividade específica traz foco e auxilia no seu desenvolvimento cognitivo.

Além disso, quando bons hábitos são criados desde cedo, podemos ter certeza de que a criança terá uma qualidade de vida incrível ao decorrer de sua vida. Praticar atividades físicas regularmente é parte disso, já que espanta o sedentarismo e todas as complicações de saúde que ele pode acarretar, como a obesidade infantil, por exemplo.

Agora que já estamos de acordo sobre isso, você provavelmente está se perguntando: por onde começar? E fique calmo, pois nós vamos ajudar nisso também! Continue acompanhando para descobrir quais são as melhores opções para o seu pequeno.

Quais os melhores esportes para praticar na infância?

Os esportes em grupo trazem muitos ensinamentos aos bebês, como entendimento e respeito de regras e o estímulo à convivência em grupo, criando vínculos e desenvolvendo as habilidades de comunicação dos pequenos enquanto eles se divertem.

Além disso, esportes em grupo geralmente são competitivos, o que ensina os pequenos a lidarem com suas expectativas e frustrações. 

Confira abaixo 5 esportes excelentes para o seu filho:

  •         Futebol e Futsal

Esse esporte está presente no nosso cotidiano desde que nascemos, afinal é o mais famoso em nosso país! 

Por se tratar de uma atividade intensa, o Futebol pode ajudar a acelerar o metabolismo e manter a saúde cardiovascular e respiratória do pequeno.

A atividade pode começar a ser parte da rotina do seu filho a partir dos cinco anos de idade!

  •         Vôlei

Muito parecido com o futebol, o Vôlei é um esporte competitivo que desenvolve habilidades como a de movimentos rápidos, o equilíbrio e a precisão. Além disso, o entendimento e atenção às regras trabalha a concentração do pequeno!

O vôlei pode ser introduzido a partir dos sete anos.

  •         Natação

A natação é uma atividade completa que o seu bebê pode iniciar aos seis meses de idade!

Com ela, a criança consegue trabalhar a respiração e a coordenação motora, melhorando a flexibilidade e  as noções de tempo e espaço do pequeno. 

Além disso, nadar melhora naturalmente o apetite, então se isso é um problema por aí, talvez você queira considerar esse esporte para o seu baby.

  •         Lutas

melhora as habilidades motoras, reflexos e reações dos pequenos.

As lutas, sejam Judô ou Karatê, trazem lições importantíssimas, já que ensinam que o respeito ao oponente é primordial! Isso ajuda os pequenos a compreenderem melhor as regras de convívio social e a serem mais respeitosos com seus colegas.

Tudo isso enquanto trabalha as habilidades motoras, reflexos e reações das crianças.

  •         Basquete

Para os pequenos que gostam de gastar energia ao ar livre, o Basquete é perfeito!

A prática pode ser iniciada aos seis anos de idade e vai melhorar a agilidade, concentração e coordenação da criança. Além disso, ele contribui muito na fase de crescimento das crianças, pois promove e facilita o fortalecimento muscular!

Além de todos esses e outros esportes coletivos incríveis, o seu pequeno também pode se beneficiar em esportes individuais! Existem várias danças e outras atividades físicas que o seu pequeno pode praticar que melhoram a sua saúde e qualidade de vida

Como escolher o melhor para o meu filho?

Agora que listamos todas essas atividades divertidas e repletas de benefícios, você provavelmente está em dúvida sobre qual delas é a melhor para o seu filho, certo?

Na verdade, podemos resolver essa questão facilmente, pergunte ao pequeno qual atividade ele tem vontade de realizar, deixe que ele escolha pois assim, as chances dele se apaixonar pela prática são ainda maiores.

Pesquise as opções mais próximas de vocês e ouça as preferências do seu filho. Observar como ele se empolga com determinado esporte na televisão pode ser um bom caminho.

O importante mesmo é que ele encontre diversão na prática de esportes e se desenvolva com saúde, inteligência e muita alegria, afinal, é isso que mantém vivo o encanto de ser criança!

Mantenha vivo o encanto de ser criança!