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Saiba Trabalhar a Paciência dos Pequenos

Saiba Trabalhar a Paciência dos Pequenos

Olá mamãe, olá papai, como estão as coisas por aí? 

Nesses tempos cheios de mudanças e adaptações que precisam ser feitas tanto por nós adultos, como pelas crianças, não está sendo nada fácil ter paciência e lidar com a falta dela nos pequenos, não é mesmo?

Na semana passada falamos um pouco sobre como lidar com as mudanças na rotina dos pequenos, e hoje queremos falar um pouco sobre a paciência infantil.

Sabemos que independente da personalidade, a paciência é algo que pode (e deve) ser assimilado e aprendido desde a infância, pois assim a criança terá diversos benefícios, tanto na fase infantil quanto na adulta, além de conviver em um ambiente muito mais saudável, não é mesmo?

A falta de paciência pode causar muitos problemas, como estresse, ansiedade, falta de concentração e muitos outros. Portanto, vem com a gente entender e aprender como trabalhar a paciência dos pequenos.

Utilize a comunicação não verbal 

Quando o pequeno sempre chama por você, grita muito ou então interrompe as suas conversas para chamar atenção, faça um combinado com ele: todas as vezes que ele precisar da sua atenção peça para ele tocar no seu braço, apertar seu pulso ou então algum outro sinal/ movimento combinado entre vocês para que você saiba que ele quer falar com você ou ser escutado.

Inclua na rotina atividades que exijam paciência

É ideal que o pequeno entenda o conceito de tempo e que saiba que algumas coisas necessitam de paciência. Uma ótima maneira de fazer ele entender isso é praticar junto com ele algumas atividades que exigem tempo ou etapas para serem finalizadas, como por exemplo: fazer uma receita (de preferência algo que seja no forno), plantar uma semente, optar por jogos de tabuleiro ou então contar uma história por partes (cada dia um pouquinho). Todas essas opções ajudam a trabalhar a paciência das crianças, pois são atividades que necessitam de espera para terem resultados.

Seja o modelo do pequeno

Nada de usar aquele ditado “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”, pois a tendência dos pequenos é observar e reproduzir as atitudes dos adultos, portanto você deve ser o maior exemplo de paciência com seu filho.

Quando temos paciência, calma e tolerância (principalmente em situações em que algum atraso, erro ou problema tenha acontecido por causa da criança), demonstramos que não é necessário agir com pressa e raiva e as crianças entendem que sempre devem agir com calma em qualquer situação. 

Observe também se você não anda exigindo que seu filho faça tudo com rapidez, pois isso é prejudicial para o desenvolvimento dele, que pode acabar adquirindo esse comportamento até nas atividades mais simples.

Não esqueça de ser compreensivo

Tem momentos em que podemos explicar, conversar e trabalhar o desenvolvimento da paciência  junto com a criança, mas claro que uma criança com fome ou com sono não vai conseguir lidar com as exigências em ser paciente. Portanto, respeite as limitações do momento e das fases do seu filho, e busque sempre a melhor maneira para lidar com a necessidade de espera.

Saiba definir o que é realmente urgente

Se o pequeno está pedindo sua atenção ou chamando para algo que não é tão urgente, ele pode muito bem esperar.

Não devemos sempre parar o que estamos fazendo para atender ao chamado do pequeno, pois dessa maneira ele pode se sentir o dono da situação e achar que tudo gira em torno dele, o que dificulta a compreensão sobre paciência.

Dê atenção ao pequeno mas saiba impor limites para que ele entenda que em alguns momentos você estará ocupado e ele terá que esperar.

Faça o tempo criar forma

Em determinadas idades é difícil para o baby entender o que é o tempo e qual a duração exata de cada espera. Portanto, é ideal que a gente fale em uma linguagem  que eles entendam.

A organização visual da rotina pode ajudar muito nessa visualização do tempo, por exemplo: organizem o dia a dia em desenhos ou com uma lista de atividades e horários (dependendo da idade do pequeno). Com ela você pode indicar quando algo vai acontecer, por exemplo: “Vou terminar esse trabalho, depois vamos passear com o cachorro, aí você poderá alimentar ele e então podemos assistir o seu desenho, tudo bem?”. Assim fica mais fácil para a criança entender tudo o que vai acontecer antes do momento esperado, sem a necessidade de saber quantas horas vai ter que esperar.

Por fim papai ou mamãe, não existe uma dica mágica e nem uma fórmula para a paciência infantil, o que podemos fazer é conversar, educar, dar atenção e bons exemplos para as crianças, assim elas vão crescer em um mundo onde saberão lidar com as dificuldades e necessidades de cada um e junto dos outros babys vão manter vivo o encanto de ser criança a todo momento.

Gostou dessas dicas sobre a paciência na infância? Então compartilhe com outros papais e mamães que vão adorar saber mais sobre o tema.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Como Lidar com as Mudanças de Rotina

Como Lidar com as Mudanças de Rotina

Oi mamãe e papai, tudo bem?

Hoje vamos falar de um assunto bem recorrente nas famílias brasileiras, principalmente no último ano: a mudança de rotina.

Verdade seja dita: adaptação nunca é fácil! Ainda mais quando tudo está mudando constantemente. Para os pequenos ela é ainda mais difícil, fazendo com que eles sintam-se um pouco perdidos, irritados e sem saber o que está acontecendo de fato.

A pandemia do Coronavírus trouxe drásticas mudanças para muitas famílias. Situações como o lockdown e as novas regras para prevenção do contágio foram uma novidade bem difícil de assimilar. Agora não existem mais passeios aos fins de semana e nem idas ao parquinho. E mais, os pequenos ainda têm que lidar com os estudos em casa, uma alteração repentina na sua forma de aprendizado e socialização.

Dentro dessa situação também podemos perceber que existe uma grande incerteza geral, não é mesmo? Com a flexibilização do isolamento em algumas cidades, é comum que, em certos períodos de tempo, os papais e mamães estejam em casa com os pequenos e, em outros, precisem voltar ao trabalho.

Não é difícil entender a bagunça que pode estar acontecendo agora na cabeça do seu filho! Essas situações facilmente geram irritabilidade, ansiedade e frustração nas crianças. Mas acalmem-se, pois tem solução!

Hoje nós vamos dar 5 dicas para que vocês possam lidar com as alterações constantes na rotina e fazer com que elas sejam muito mais fáceis e bem recebidas pelos pequenos.

Mudanças podem causar irritação

As mudanças nunca são fáceis, mas para as crianças mais novas são ainda mais desafiadoras!

Por volta dos 7 anos, os pequenos geralmente conseguem compreender melhor as novas informações que recebem. Antes disso é mais difícil e cada um vai liberar sua angústia de uma maneira, seja na birra, na irritação ou na falta de apetite, por exemplo.

Para que essa situação seja mais fácil é importante que a mamãe e o papai entendam que esse comportamento é normal, esperado e não deve ser ignorado.

Escute e entenda

O diálogo é fundamental para lidar com essas situações!

Explique cada acontecimento e o porquê de vocês estarem realizando certas tarefas que antes não eram rotineiras.

Escute seu filho e faça com que o ambiente seja seguro e amigável para que ele compartilhe seus pensamentos e angústias sobre todos os assuntos que estão na sua cabeça.

Explique cada processo cuidadosamente

Uma boa tática para ajudar os pequenos a lidar com as mudanças é descrever cada situação com clareza, por exemplo: se vocês estiverem voltando a trabalhar fora de casa, explique a necessidade de fazer isso, quanto tempo ficarão fora durante o dia e quando vão voltar.

Mesmo que pareça que a criança não está entendendo, colocar ela como participante ativa da mudança pode evitar muitos problemas, como ansiedade ou sensação de abandono.

Sempre estabeleça horários

Certas coisas nunca mudam, não é mesmo? Os horários para acordar, almoçar, jantar e dormir do seu filho devem ser sempre os mesmos. 

A cada mudança na rotina, tenha certeza de que todos os horários do seu pequeno estão bem estabelecidos. Para isso, façam um quadro com todas as tarefas que ele precisa realizar no dia e os horários que elas precisam acontecer, se houverem alterações no meio do caminho, basta colocar as dicas que citamos acima em prática e explicar direitinho o que vai acontecer!

Dessa forma, seu baby poderá se apegar às coisas que não estão em constante mudança, o que o deixará menos irritado.

Seja paciente

Alguns psicólogos apontam que, para que a criança se acostume com qualquer novo hábito, é necessário que ele se repita por muitos dias, então não desistam porque a adaptação simplesmente não aconteceu de primeira.

Isso acontece pela forma como nosso cérebro funciona para assimilar qualquer informação nova. Entender isso é fundamental para que vocês, mamães e papais, sejam mais pacientes com as crianças e todo o processo fique mais fácil.

A verdade é que novas experiências são sempre motivo de ansiedade, sejam elas boas ou ruins. Mas com carinho e cuidado é possível adaptar as crianças a todas elas com facilidade.

Contem pra gente: por quais mudanças de rotina vocês e suas famílias passaram nesse período de quarentena? Vamos adorar conversar sobre todos esses desafios com vocês.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Cuidados Com a Alimentação na Infância

Cuidados Com a Alimentação na Infância

Olá papai e mamãe, como anda a alimentação do pequeno aí em casa? 

Nós sabemos que quando se trata das crianças, o assunto alimentação é sempre cheio de perguntas, dúvidas e preocupações. Existem aquelas crianças que não comem quase nada e não gostam de determinados alimentos, e também temos que lidar com intolerâncias e questões de saúde implicando na forma dos pequenos se alimentarem. Mas hoje vamos falar sobre os excessos e a preocupação que a Compulsão Alimentar Infantil gera nos pais.

“Será que meu filho está comendo muito?” É difícil saber quando uma criança está apenas com a famosa gula e quando o estilo de alimentação já gerou um transtorno alimentar, não é mesmo? Portanto hoje viemos trazer alguns tópicos para colocarmos atenção quando falamos em alimentação infantil.

Primeiramente vamos entender melhor o que é a compulsão alimentar:

Ela é um distúrbio alimentar em que a pessoa come grandes quantidades de alimento em pouco tempo. A pessoa ingere os alimentos de forma compulsiva e perde o controle quando está comendo, e existe o sentimento de que é necessário comer, mesmo quando não está com fome. Além disso, algumas vezes essas atitudes geram culpa nas pessoas após alguns instantes.

Abaixo vamos listar algumas dicas para melhorar a alimentação dos pequenos, mas fique de olho pois a compulsão é uma doença que deve ser tratada com acompanhamento multidisciplinar, portanto não deixe de procurar os profissionais adequados caso identifique sintomas além da gula em seu filho.

Não trate a comida como recompensa

É comum a gente oferecer doces e guloseimas como recompensa para uma determinada atitude da criança, ou então penalizar ela com um “se não comer tudo, não tem sobremesa”. Mas é importante entender que tratar a comida como recompensa não é um ato saudável e essa atitude deve ser banida do seu lar.

Crie uma rotina para o pequeno

Quando as crianças estão em fase de crescimento, é ideal que estejam sempre bem alimentadas. Portanto estabeleça horários para as principais refeições e crie, junto com o pequeno, o hábito de seguir os horários estabelecidos para as refeições.

Envolva toda a família

Nada mais gostoso do que almoçar com a família reunida na mesa, concorda? 

Especialmente para os pequenos, é ideal que eles sentem a mesa para comer com a família, assim, além de um momento de carinho juntos, vocês podem conversar sobre os alimentos, e é mais fácil perceber qualquer sinal de compulsão vindo da criança. Aaah, e nada de ligar a televisão ou então ficar no celular! Esse momento deve ser aproveitado em família, sem distrações.

Menos restrições e mais opções

Não limite demais o cardápio dos pequenos, pois essa atitude pode ser o primeiro passo para a compulsão alimentar. 

O ideal é que eles sempre tenham diversas opções de alimentos saudáveis (como arroz, feijão, carnes, leite, queijo, etc) quanto mais qualidade e variedade estiverem presentes na mesa, menos vontade de doces e alimentos industrializados os pequenos terão.

Não fale sobre o corpo

Fazer comentários sobre a magreza ou o sobrepeso da criança só vai fazer com que ela se sinta mal e muitas vezes tenha vergonha de comer na frente dos pais, e acabe por comer escondido. Portanto incentive a boa alimentação, mas sem neura e sem exageros!

Pratique atividade física 

Praticar exercícios físicos é muito importante para evitar a obesidade infantil, por isso aproveitem o tempo livre para praticar algum esporte ou investir naquela brincadeira que os pequenos amam. Pode ser uma caminhada ao ar livre, uma partida de futebol, pular corda, andar de bicicleta, nadar, e muito mais. As opções são infinitas!

Ouça seu filho

Por fim, não esqueça de estar atento ao que seu filho fala. Tente entender a relação dele com a comida e se sentir necessidade, não tenha vergonha de procurar um profissional para ajudar nessa missão. Afinal a saúde e a felicidade do pequeno é o que mais importa.

Queremos saber se você gostou das dicas que demos hoje e como é a relação com a comida ai na sua casa. Conta pra gente nos comentários ou então corre pras nossas redes sociais pra bater um papo com a gente.

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Por Que Amamos Tanto as Festas Juninas?

Por Que Amamos Tanto as Festas Juninas?

Oi! Como andam os preparativos para a festa junina por aí? Chegou a época de celebrar a festa mais popular do Brasil! Mas essa comemoração vai precisar acontecer dentro de casa mais uma vez.

No ano passado, nós trouxemos algumas dicas incríveis para ajudar você e os babys a fazerem seu próprio Arraiá, vocês podem conferir aqui.

Mas dessa vez, nós queremos contar algumas curiosidades sobre essa festa brasileira e lembrar o quanto ela é importante para nós, trazendo vários sentimentos nostálgicos da infância que são impossíveis de esquecer.

Então, vem com a gente saber mais sobre a Festa Junina e os inúmeros motivos que temos para amar essa celebração!

– Como surgiram as Festas Juninas?

Acreditam que essa festa caipira veio da Europa? Pois é! Lá eles costumavam fazer essas celebrações da natureza e pediam fartura nas safras, pois era nessa época do ano que começava o período da colheita de cereais.

Os portugueses trouxeram essa tradição para o Brasil há muitos anos e aos poucos ela foi ficando cada vez mais com a nossa cara. Antigamente, as vestimentas para a festa eram perucas, saltos e outras roupas pomposas, daquele jeito europeu mesmo, já que por lá eram realizadas em salões nobres.

Logo o estilo da dança mudou, com a influência do povo nordestino, e as roupas foram mudando também. Os chapéus, que eram muito usados no trabalho do campo, e as sandálias de couro viraram o padrão. Além disso, nosso clima pedia por vestidos mais curtos e outras roupas mais frescas.

Depois de tantas mudanças, já podemos dizer que as festas juninas são totalmente brasileiras! E as festividades têm data marcada para acontecer, viu? Elas começam no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, e encerram no dia 29 de junho, dia de São Pedro. Além disso, nos dias 23 e 24 celebramos o dia de São João.

– Comidas típicas

Agora que você já sabe de onde essa festa caipira veio, é hora de lembrar uma das melhores coisas sobre ela: a comida!

Bolo, cachorro quente, quentão, maçã do amor, pamonha, paçoca, cuscuz… são tantos quitutes deliciosos que não conseguimos nem listar todos.

Mas em geral, essas iguarias são preparadas com alimentos como milho, amendoim, coco, mandioca e pinhão.

Toda a simplicidade dessas receitas traz aquele gostinho único de comida de verdade, muito diferente de boa parte dos alimentos que consumimos no dia a dia, não é mesmo?.

E falando nisso, temos certeza que, para muitos papais e mamães, essas comidas têm um gosto ainda mais especial: o de infância!

– Músicas e danças

Como falar de festa junina sem logo lembrar das músicas caipiras que embalam as quermesses e arraiás?

A música tradicional brasileira, como sertanejos e forrós nunca faltam nesse tipo de celebração, que são sempre ritmos animados no estilo caipira, e fazem muito sucesso!

Dentre as danças que animam a noite podemos ver o xote, o xaxado e o baião, além da famosa quadrilha!

Não importa a idade, quando o ritmo começa a tocar, todos sabem fazer muito bem o caminho da roça.

– Brincadeiras

Sem dúvidas a diversão da família toda é garantida!

Nas festas juninas sempre podemos criar ótimos momentos com as crianças tentando a sorte em barraquinhas com jogos e brindes! A pescaria e o arremesso de argolas sempre são lembrados.

Além disso, outras situações divertidíssimas são criadas com o Correio Elegante, aquelas mensagens que podem ser mandadas para qualquer um da festa, ou então a típica “cadeia do amor”, onde as pessoas mandam prender outros convidados e alguém fica encarregado de capturar os “presos”, que só poderão sair da prisão se cumprirem uma tarefa.

A saudade das Festas Juninas ficou ainda maior depois dessas lembranças, não é mesmo? Por isso, torcemos muito para que, no próximo ano, possamos aproveitar muitos Arraiás cheios de alegria por aí!

A verdade é que essa data faz parte da nossa cultura e sempre está atrelada a infância e os momentos marcantes dela, por isso sentimos tanta falta nesses dois anos em que todos tiveram que ficar em casa.

Mas é muito importante que possamos proporcionar as melhores memórias para os pequenos. Estar em contato com a cultura brasileira desde cedo traz inúmeros benefícios para o desenvolvimento dos babys e fazem com que eles também tenham todas essas sensações felizes ao participar de uma festa típica como essa.

Festejar e aproveitar todos os elementos típicos das festas populares, ainda que dentro de casa, trazem ótimos momentos de alegria para eles e mantêm vivo o encanto de ser criança!

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Atitudes que Fazem a Criança se Sentir Solitária

Atitudes que Fazem a Criança se Sentir Solitária

Olá mamãe, olá papai, tudo certo por ai? 

A gente sabe que você quer sempre o melhor para o seu filho e que dedica muito amor na educação e criação dele. Mas hoje queremos falar um pouco sobre algumas atitudes que temos, muitas vezes sem perceber, e podem magoar o pequeno ou fazer com que ele não se sinta amado.

Não notamos que nossas atitudes são tomadas muitas vezes na correria que o dia a dia nos proporciona, e esquecemos que os pequenos estão aprendendo a viver e tudo é novidade para eles, portanto precisam de atenção e orientação para não se sentirem perdidos.

Abaixo vamos listar algumas atitudes que não devem ser tomadas com as crianças, portanto, muita atenção papais! 

NÃO FAZER CONTATO VISUAL

Quando estiver conversando com seu filho é muito importante olhar nos olhos dele, pois além de fazer com que ele se sinta importante, o pequeno vai saber que naquele momento você está ali para ele e para dar a atenção que ele precisa.

Ficar na altura da criança e olhar nos olhos enquanto ouve ou fala com ela ajuda a criar um laço entre pais e filhos e faz com que a criança se sinta respeitada por você, aumentando assim o amor próprio e a confiança da mesma.

NÃO TER CONTATO FÍSICO

Todo ser humano tem a necessidade de demonstrar e sentir o afeto das pessoas que ama, não é mesmo!? 

Com os pequenos não é diferente! Eles têm a necessidade de se sentirem seguros para explorar o mundo e essa segurança pode se dar através do carinho e do amor. Portanto abraçar, beijar, dar colo, fazer cócegas e qualquer outro contato físico respeitoso é importante para a criança se sentir mais amada e cuidada.

NÃO DAR IMPORTÂNCIA A FALA INFANTIL

Você já deve ter sido interrompido durante uma fala ou então sentiu que uma pessoa não estava dando a devida importância ao que você falava e sabe o quanto isso é ruim. Agora imagina o quanto isso pode ser prejudicial para seu filho.

Interromper a fala do pequeno de forma constante faz com que ele se sinta desvalorizado, podendo causar outras atitudes introvertidas em seu filho. Por isso muita atenção ao interromper a fala do pequeno sem necessidade.

NÃO ABANDONAR O CELULAR

A gente fica o tempo todo conectado com o mundo através do celular e acabamos não percebendo a necessidade de deixar o aparelho de lado em alguns momentos.

Quando for conversar, brincar, ajudar a fazer a lição de casa ou até mesmo chamar a atenção do pequeno, não esqueça: deixe o celular bem longe.

A criança precisa de atenção constante, portanto estar no celular enquanto está com ela pode causar um desconforto e fazer ela se sentir rejeitada.

Pare, preste atenção, elogie e demonstre interesse nas atitudes do seu filho quando estiver com ele. Nada vai mudar se você deixar o celular de lado por alguns minutos, mas essa atitude pode ser extremamente benéfica para seu pequeno.


Lembre-se sempre que para seu filho, você é o mundo dele, portanto demonstre interesse e dê muito amor e carinho ao pequeno. Com pequenas atitudes e dando atenção ao que realmente importa podemos deixar claro o quanto os pequenos são importantes. Saiba que estar presente de verdade na vida do seu filho vai fazer um enorme diferencial na criação de um adulto amável e confiante. 

Comenta aqui se você já cometeu um desses erros e compartilhe uma dica cheia de amor com outros papais e mamães! Juntos vamos manter vivo o encanto de ser criança em todos os lares.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!