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Alternativas positivas ao castigo

Alternativas positivas ao castigo

Olá mamães e papais! Como vocês estão?

Educar de forma respeitosa pode parecer uma tarefa difícil, por envolver muita autoavaliação, cuidado e quebra de paradigmas. O castigo é uma atitude que pode acabar gerando danos à autoestima das crianças, além de trazer sentimentos ruins como o ressentimento e a rejeição.

A boa notícia é que existem alternativas ao castigo, que podem ter resultados melhores sem causar problemas futuros. Recentemente falamos um pouco mais sobre a Parentalidade Positiva por aqui, e hoje abordaremos algumas alternativas melhores que o castigo para situações em que o comportamento dos pequenos não for adequado!

Venha conferir:

RESPIRE

Parece uma atitude muito simples, certo? Mas respirar fundo em momentos de tensão ajuda a manter a calma e olhar para o que está acontecendo com mais cuidado. Esse momento é importante tanto para os pequenos, quanto para os adultos.

Em momentos difíceis, chame seu filho para respirar fundo com você, respirem para conseguir pensar melhor e lidar com as situações de maneira mais fácil e tranquila. Respirar também irá te ajudar a não tomar nenhuma atitude de cabeça quente e acabar descontando algum problema em seu filho.

DÊ UMA PAUSA

Seu filho está bagunçando, você está irritado e quer que ele pare na mesma hora. Essa situação no fim das contas vai virar uma grande bola de neve e nada vai se resolver. Dê uma pausa junto com seu filho.

Dar uma pausa vai evitar que as coisas saiam do controle. Procure um espaço seguro com seu filho, e pare por um pouco de tempo. Esse é um excelente momento para respirar fundo e se acalmar. Após um tempo, quando se sentirem seguros e mais calmos, procure ouvir o que seu filho está sentindo e o motivo para estar agindo dessa forma.

A pausa é necessária para que essa conversa seja mais tranquila, calma e que acolha realmente os sentimentos dos pequenos – e o seu também!

ENTENDA O PROBLEMA E AJUDE A RESOLVER

Qual o motivo pelo comportamento de seu filho? Buscar entender o que o motivou um comportamento ruim é o caminho para conseguir ajudar seu filho a compreender os sentimentos e lidar com a situação da melhor forma possível.

O diálogo é extremamente importante nas relações, converse sempre com seu filho e tente compreender seus sentimentos. Entender o que se passa na cabeça dos pequenos irá te ajudar a lidar com as situações que vierem a acontecer de forma mais clara e simples.

USE HISTORINHAS PARA AJUDAR

Uma maneira simples e fácil de ajudar seu filho a entender as situações é através da imaginação. Diante de uma situação difícil que se repete, ou de um mau comportamento recorrente, busque no mundo lúdico uma forma de explicar pros pequenos como lidar com uma situação ou como agir diante de alguns problemas.

Procure por histórias em que os personagens estão cometendo erros, passando por momentos difíceis, lidando com sentimentos intensos ou precisando de ajuda para resolver problemas. A partir dessas histórias, seu filho entenderá qual o melhor caminho a seguir, além de se conectar a você através desse momento de troca!

DÊ OPÇÕES

Sabe aquele momento em que seu filho está aprontando todas e sua única vontade é de mandá-lo parar e ir para o castigo? Ao invés de exigir, gritar ou se alterar com o pequeno, uma ótima alternativa é dar opções para que o mesmo escolha o que deve fazer.
Ofereça duas alternativas seguras e aceitáveis para seu filho e deixe que ele escolha qual vai querer. Dessa maneira, ele manterá um controle sobre suas decisões, entenderá seus limites e se sentirá mais seguro e confiante quanto a si mesmo.

Essa é uma ótima forma de estimular as decisões dos pequenos e fazer com que eles reflitam acerca de boas escolhas e decisões, sem se envolver em problemas.

BUSQUE ALTERNATIVAS DIFERENTES

Se seu filho está correndo pela casa, pulando no sofá, subindo nos armários ou algo do tipo, que tal buscar uma alternativa para que ele faça isso em um lugar seguro? Muitas vezes pensamos só na consequência das atitudes de nossos pequenos, mas não pensamos o que motiva eles naquele momento!

Que tal sugerir ao seu filho ir correr lá fora, ou levá-lo ao parque para que ele se divirta de formas diferentes? Às vezes uma pequena mudança na perspectiva é o suficiente para ajudar seu filho a lidar com o que pode estar frustrando-o e gerando um comportamento que pode ser ruim ou que pode machucá-lo.

CRIE UM ESPAÇO SEGURO

Quem não conhece aquele velho castigo de ir para o “cantinho” pensar? Minutos ou até horas que geram frustração e ansiedade nos pequenos, e é claro, a última coisa que ele fará nessa situação será pensar no que fez e qual a melhor atitude a tomar. Criar um espaço seguro para reflexão é uma ótima forma de deixar o cantinho de lado e resolver de fato as situações com seus filhos. Esse espaço pode ser no quarto do pequeno, em algum cantinho da sala, no lugar onde ficam seus brinquedos, etc. Você quem escolhe o melhor lugar e que seja mais confortável e acolhedor para seu pequeno.

Nesse espaço, o pequeno poderá se sentar e refletir sobre o que aconteceu, brincar, conversar com você, desenhar ou escrever seus sentimentos, ou até relaxar e se acalmar até o momento em que se sentir confortável para falar com seus pais como estava se sentindo ou pedir desculpas pelas atitudes. É importante oferecer esse espaço como uma opção para seu filho, e não ordenar que ele fique lá! Assim, ele mesmo pode procurar esse espaço em momentos que sentir que precisa pensar melhor em algo.

Vale lembrar que cada criança pode ser diferente e quem nem todas as dicas que funcionam para uma família, pode funcionar para outra! O importante é repensar a forma de criar nossos pequenos para que eles cresçam mais seguros, amados e confiantes, sem traumas ou problemas causados por castigos ou criações rígidas demais.

Pensar em nossos pequenos é pensar num melhor futuro para eles e manter vivo o encanto de ser criança! Esperamos que tenha gostado da matéria dessa semana e nos vemos semana que vem!

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Especial de Dia das Mães – Ser mãe!

Especial de Dia das Mães – Ser mãe!

Olá, mamães! Hoje, nossa mensagem especial é para você. Nesse Dia das Mães, a homenagem da Pé com Pé vai para todos os tipos de mães.

Ser mãe não é simples como parece, exige muita dedicação, amor, cuidado, paciência, tempo, é uma lista enorme. Essa missão começa desde o positivo. Pode ser o positivo no teste de gravidez, ou até o positivo no processo de adoção. Esse positivo pode vir através da demonstração de confiança e carinho de um enteado, ou através do amor transmitido por um neto.  

Ser mãe não se limita a gerar um bebê na sua barriga. É sobre a gravidez, mas também engloba todas as formas de maternidade. Mãe pode ser de berço, de sangue, de laço. O amor é quem define o ser mãe. 

É descobrir um novo sentido para a palavra amor, é sentir o amor mais profundo e incondicional do mundo. É despertar um instinto de cuidado que você nem sabia que estava ali, é se doar completamente, transmitir suas melhores qualidades e lapidar um ser humano tão pequeno e frágil para enfrentar o mundo.  

Ser mãe é perder várias noites de sono, trocar a noite pelo dia, aprender a ser multitarefas. Chegar ao fim do dia e pensar: “quantas horas esse dia teve?”. Ser mãe é se impressionar com sua própria capacidade. É sobre superar seus limites, aprender consigo mesma e com seu filho.

Mas ser mãe também é cercado de dúvidas, medos e inseguranças. Ser mãe vem cheio de críticas e palpites. Ser mãe é enfrentar o que quer que seja de peito e coração aberto, é enfrentar o mundo lá fora sem pensar duas vezes.  

É sobre criar memórias, dividir momentos, compartilhar a vida e crescer. Ser mãe é se deliciar com cada pequena conquista, com cada aprendizado e com cada pequeno passo no desenvolvimento do seu filho.  

Ser mãe é deixar tudo de lado e curtir como se fosse uma criança. É brincar de boneca, de carrinho, de faz de conta, colocar os pés na terra, brincar de areia, soltar a imaginação e aproveitar momentos incríveis que só ser mãe pode proporcionar. 

Aproveitar cada momento único com seus filhos, sabendo que o tempo passa e daqui a pouco os pequenos não cabem mais nos braços. Ser mãe é acompanhar seus filhos crescerem, criarem asas, virarem adultos, se tornarem independentes, e mesmo assim, continuar cuidando deles como se fossem seus pequenos bebês! 

Ser mãe é ser uma leoa protetora, mas também ser tão leve quanto um pássaro. É proteger seus filhos ao mesmo tempo que os educa com toda a firmeza do mundo. É o equilíbrio perfeito que faz o ser mãe ser tão especial. 

Apesar de tudo isso, ser mãe também é ser fora de qualquer regra, de qualquer palavra, de qualquer ideia pré-moldada. Só uma mãe sabe o que é ser mãe, diante de todas as dificuldades, diante de todos os obstáculos, mas também diante de todo o amor por seu filho.  

Essa é nossa homenagem sincera a todas as mulheres que dão sentido à palavra mãe, com tanta garra, carinho e amor, de uma forma que só as mães sabem fazer! Seja uma mãe jovem, mãe de primeira viagem, mãe-avó, mãe solo, mãe adotiva, mãe de coração, mãe de muitos ou mãe de um! 

Nosso muito obrigado a todas as mães que não medem esforços todos os dias para criar seus filhos com todo o amor do mundo! São vocês que mantém vivo o encanto de ser criança ❤️

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Estresse Infantil: Causas E Formas De Evitar

Estresse Infantil: Causas E Formas De Evitar

Olá mamães e papais! Espero que estejam bem.  

Você já ouviu falar sobre o estresse infantil? O estresse é uma reação do nosso organismo diante de situações extremas, sejam boas ou ruins, e acomete tanto pequenos quanto adultos, de todos os sexos e idades. Por isso, é importante que os pais e responsáveis entendam os sintomas e reconheçam quando os pequenos estiverem passando por situações estressantes!  

A manifestação do estresse infantil pode se dar tanto através de sintomas físicos como sintomas psicológicos, e pode ser difícil de ser percebido, uma vez que os pequenos muitas vezes não entendem o que está acontecendo e não conseguem se expressar claramente quanto ao que está sentindo.  

O estresse continuamente pode causar sobrecarga nos pequenos, chegando até a prejudicar alguns órgãos ou causando problemas emocionais como depressão e ansiedade. Na matéria de hoje falaremos um pouco mais sobre o Estresse Infantil e como podemos ajudar os pequenos diante dessas situações.  

PRINCIPAIS CAUSAS 

Existem diversos fatores que podem causar estresse em crianças, uma vez que nessa idade elas são mais sensíveis ao que acontece ao seu redor, principalmente por estarem lidando com muitas dessas situações pela primeira vez na vida.  

Uma das causas mais comuns do estresse em crianças são os conflitos que ocorrem dentro da própria casa, como a separação dos pais, brigas constantes, nascimento de irmãos, perda de familiares próximos, entre outras situações “novas” que podem ser difíceis e delicadas de lidar para os pequenos.  

A sobrecarga de responsabilidades também é um fator comum que pode causar estresse infantil. Muitos pais acreditam que quanto mais atividades na rotina dos pequenos, mais eles aprenderão e melhor será para eles, mas por outro lado, o excesso de informações e atividades no dia a dia pode acabar gerando uma sobrecarga, que fará com que o pequeno se esforce para dar conta de tudo e se frustre quando algo der errado.  

O ambiente escolar também pode criar situações estressantes para as crianças, tanto pelas responsabilidades, quanto pelo relacionamento com outras crianças. O bullying muitas vezes acontece na escola, acompanhado – ou não – do isolamento por parte de coleguinhas da escola é também uma causa para o estresse dos pequenos. 

Caso seu filho não esteja passando por nada disso e o estresse esteja presente, não se preocupe, essas são apenas algumas das causas mais comuns, e é claro que cada criança reage de forma diferente a cada situação em que é exposta, por isso, o que pode ser um gatilho para alguns, pode não ser para os outros, ok?  

 

É muito importante que os pais e responsáveis (sejam os avós, tios ou babás) fiquem atentos quanto ao comportamento dos pequenos, para que consigam identificar casos de estresse e oferecer todo o suporte necessário nesse momento.  

 

Existem alguns sintomas que são o sinal de alerta quanto ao estresse, entre eles: insônia ou sonolência excessiva, alterações no apetite, isolamento social, episódios de choro ou irritabilidade, nervosismo, queda no rendimento escolar e até sintomas físicos como dores frequentes na cabeça ou no estômago. É preciso muita atenção a esses sintomas, que podem indicar estresse e também outros tipos de doenças, por isso, a consulta ao pediatra é indispensável!  

COMO LIDAR E EVITAR O ESTRESSE? 

O estresse infantil pode ser tratado por um psicólogo infantil, mas é igualmente importante e necessário que se observe os pequenos e entenda a causa do estresse. Reduzir as atividades ou situações que provocam o estresse nas crianças é uma forma de evitar novos episódios de estresse.  

 

Os pequenos ainda estão aprendendo, e uma das formas que eles encontram para lidar com essas situações são usando os adultos como exemplo, por isso, mais uma vez, o nosso exemplo enquanto pais e responsáveis é extremamente importante. Se você reagir de forma negativa a uma situação estressante, essa será a forma que seu filho conhecerá para lidar com essas situações, sendo assim, essa será a forma que ele usará como válvula de escape.  

 

A prática de esportes é uma grande aliada para evitar os episódios de estresse e deve ser incentivada desde cedo, sempre realizada com moderação e sem pressões, pois nelas os pequenos podem extravasar e gastar um pouco de toda a energia guardada dentro de si! Por outro lado, o uso de aparelhos eletrônicos não ajuda em nada e devem ser restringidos, principalmente perto da hora de dormir – pois pode atrapalhar o descanso dos pequenos.  

 

O lazer também é essencial para o desenvolvimento tanto de crianças quanto de adultos, além de ser extremamente importante para a saúde. Invista em lazer de qualidade com os pequenos, como passeios em parques e brincadeiras em família, aproveite esse momento para relaxar e curtir junto com seus filhos – isso fará bem a você também!  

 

Pode parecer clichê, mas demonstrar afeto para os pequenos também é um grande aliado na forma de evitar estresses para os pequenos! Esteja sempre presente nos momentos em que ele precisar, dando todo o suporte e apoio necessário para que ele encontre amparo diante de qualquer situação. Esse acolhimento é fundamental para combater o estresse! 

O estresse infantil é um problema realmente muito sério e que pode trazer diversas consequências negativas para as crianças, podendo se estender por toda a vida adulta. Por isso é necessário sempre acompanhar médicos e psicólogos especializados para entender as necessidades de seus pequenos e poder dar o maior suporte para que eles passem por todas suas fases com mais tranquilidade e leveza.  

 

Esperamos que tenha gostado da nossa matéria de hoje! Nos vemos na próxima semana.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

A Crise Dos 2 Aninhos: O Que Fazer?

A Crise Dos 2 Aninhos: O Que Fazer?

Olá mamães e papais, esperamos que estejam bem!  

Entre um ano e meio e três anos de idade seu bebê já não é mais tão bebê assim e começou a fazer birras, dizer “não”, se jogar no chão e chorar ao ser contrariado? Você já não sabe mais o que fazer e fica preocupado quanto a esse comportamento? Saiba que isso é mais comum do que você imagina e tem até nome: a crise dos dois anos, também conhecida como “terrible two” ou “a adolescência do bebê”.  

Esse é o momento em que o pequeno está se desenvolvendo e passa a se perceber enquanto indivíduo inserido no ambiente em que vive, começa a entender suas próprias vontades e quer tomar decisões sozinho. Saiba que a crise dos dois anos não pode ser evitada, mesmo que em algumas crianças seja menos intensa, todas as crianças passam por ela!  

Todas as crianças acabam sendo afetadas com a mistura de sentimentos e as novas experiências em sua vida, e são os pais quem deve oferecer o suporte necessário para que eles lidem com todos esses sentimentos e frustrações que a idade pode trazer. A maioria dos pais encontra dificuldade na hora de ajudar os pequenos e lidar com essas crises, perdendo o controle, gritando e até batendo em seus filhos. Essas atitudes apenas pioram a situação e não ajudam os pequenos em nada!  

Na matéria de hoje, vamos listar algumas dicas para amenizar e ajudar nas crises dos pequenos! Confira abaixo:  

 

VOCÊ É O ADULTO 

Você provavelmente já viu crianças fazendo birras em supermercados e shoppings e pensou que seu filho seria diferente, mas agora, não sabe o que fazer. É normal sentir vergonha, frustração ou raiva nesse momento, mas cabe a você, a pessoa responsável, ajudar o pequeno a lidar com o que ele estiver sentindo.  

Perder o controle com seu filho pode demonstrar para ele que você não sabe o que está fazendo, o que vai fazer com que ele também não entenda o que está acontecendo. O adulto é você, e você é quem deve ser o exemplo do pequeno! Lembre-se: os adultos que cercam os pequenos são seu maior referencial, então, tente sempre se manter firme e dar o melhor exemplo possível para eles! 

PREPARE SEU FILHO PARA AS SITUAÇÕES 

Se você já identificou o que pode ser um gatilho para seu filho ou situações que podem gerar birras por parte dele, todas as vezes em que for se submeter a essa situação, fale com seu filho! 

 

Se ir a uma loja em específico, ao mercado, ou até voltas no carro são a causa do “estresse” do seu filho, antes mesmo de sair de casa, chame-o e tenha uma conversa sincera com ele, explicando o que irão fazer neste lugar, quanto tempo ficarão, como ele pode e como ele não pode se comportar nesse ambiente. Quando possível, tente evitar essas situações! 

 

É importante também que seu filho tenha bem claro o que acontecerá com ele caso ele quebre as regras, mas nada de ameaças, ok? Converse com ele e deixe claro que ele pode ficar de castigo sem ver seu desenho favorito por um dia todo, ele pode ficar sem um brinquedo que gosta ou até sem ir à casa de um amiguinho. Defina bem e deixe claro, para que ele entenda que suas ações terão consequências.  

 

DÊ SUPORTE APÓS AS CRISES  

Durante uma crise do seu pequeno, gritar, bater ou esbravejar não irá ajudar em nada! Enquanto o pequeno está chorando, gritando e esperneando, ele não será capaz de entender o que você estiver falando para ele, por isso, o melhor é esperar a crise passar para conversar com ele, por mais que demore!  

 

Converse com seu filho quando ele estiver mais calmo e tente entender o motivo pelo qual ele agiu daquela forma, e explique que você também tem esses sentimentos, mas que existem diferentes maneiras de lidar. Explique também que essa atitude foi errada, de forma firme, mas sem ser agressivo com ele. 

DEMONSTRE AFETO  

Após repreender uma atitude de seu filho, é importante que você explique a ele que não gostou do que aconteceu e da atitude dele, mas que isso não faz com que você goste menos dele! Os pequenos ainda não entendem o que está acontecendo a eles e podem se sentir confusos em relação aos sentimentos, por isso receber acolhimento é extremamente necessário para que eles não se sintam perdidos.  

 

Geralmente ouvimos as pessoas dizerem para os pequenos que irão gostar menos deles se eles fizerem birras, ou coisas do tipo, e esse tipo de atitude deve ser evitado, pois gerará apenas insegurança ao seu filho, acarretando crises ainda maiores. Ser compreensivo e oferecer amor para os pequenos é a chave para que vocês consigam passar pela crise dos dois aninhos! 

É muito importante entender que é só uma fase e que você deve ajudar seu pequeno a passar por ela da melhor maneira possível! Esse é o momento em que nossos filhos deixam de ser apenas bebês e se tornam crianças independentes, com suas próprias opiniões e vontades. Incentive-os sempre para buscarem sua independência, e estimule-os a fazer tarefas sozinhos (de acordo com sua idade), para que ele aprenda e consiga se desenvolver melhor. Esse é o momento deles descobrirem o mundo, e os responsáveis são quem dirão o que é certo ou errado, por isso, nosso papel é fundamental para mostrar o caminho certo a se seguir!  

 

Esperamos que tenha gostado da nossa matéria e que tenhamos ajudado de alguma forma! Nos vemos na próxima semana.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Desenvolvimento Infantil: O Que Esperar Do Pequeno Em Cada Idade

Desenvolvimento Infantil: O Que Esperar Do Pequeno Em Cada Idade

Olá mamães e papais! Espero que esteja tudo bem por aí. 

 

As crianças passam por diversas fases diferentes durante seu desenvolvimento. Cada uma dessas fases pode apresentar características diferentes e têm papel importante no crescimento, por isso, conhecer todas as fases pode tornar mais fácil saber o que esperar de cada idade e como auxiliar os pequenos nesse processo.  

 

A primeira infância é uma etapa crucial para o desenvolvimento humano, pois é nesse período que o cérebro atua gerando as conexões necessárias para as competências motoras, cognitivas e socioemocionais. Sendo assim, as interligações começam ainda na gestação e acompanham os pequenos até o sexto ano de vida, sendo que no período entre o nascimento e o primeiro ano, o cérebro aumenta 110% de tamanho e 75% da energia do bebê é voltada à formação cerebral!  

 

Na matéria de hoje, reunimos algumas características importantes de cada período e os principais marcos do crescimento de cada fase do seu pequeno! Vem conferir:  

 

O PRIMEIRO ANO 

O primeiro ano do bebê é o ano de descobertas e adaptação. Nos primeiros 6 meses, o bebê usará do choro para relatar suas angústias, seja uma fralda molhada, cólicas ou qualquer outro tipo de incômodo que ele possa ter, além de desenvolver seu próprio ritmo de alimentação e sono.  

 

Nesse período, a criança passa por um intenso processo de fortalecimento dos músculos e do sistema nervoso, realizando os primeiros movimentos, que aos poucos se tornam movimentos mais elaborados. O desenvolvimento do tônus postural possibilita o sustento da cabeça sem ajuda aos 3 meses, permitindo que a criança sente com apoios aos 6 meses e aos 11 meses consiga se manter em pé apoiada.   

 

Após o 6º mês, a criança demonstra um vínculo mais forte com a mãe no aspecto emocional, e pode começar a sentir receio ou desconfortos na presença de estranhos, chorando no colo de desconhecidos a ele, por exemplo.  

 

Já a visão do bebê começa a se desenvolver e pode se tornar nítida até o 8º mês de vida, quando ele começar a criar a capacidade de sorrir para rostos conhecidos. Nesse momento a vocalização aumenta também e o bebê pode começar a pronunciar algumas sílabas, e por volta dos 10 meses pode pronunciar sua primeira palavra! 

ENTRE 1 E 2 ANOS 

Em média, os bebês começam a andar sozinhos a partir de 1 ano e 3 meses, e é nessa idade que o pequeno começa a correr, escalar os móveis, e até subir e descer escadas, pois é quando ele começa a manter o corpo equilibrado e ganhar confiança em seus passos!  

 

Nesse período é comum também que ocorra o desmame. É o momento em que a criança se mostrará mais sociável e curiosa, e poderá começar a realizar as atividades do dia a dia com ajuda, como escovar os dentes, se vestir e escolher suas roupas, e até comer. Através da repetição de atividades, a memória começa a ser desenvolvida e a criança passa a entender a sequência dos acontecimentos ao seu redor.  

 

Entre o primeiro e o segundo ano, é quando os pequenos começam a adquirir vocabulário, arriscando a imitar sons que ouvem e evoluem até começar a falar algumas palavras pontuais e formar pequenas frases.  

 

ENTRE 2 E 3 ANOS  

Nessa etapa, a capacidade motora da criança se desenvolve de forma mais intensa, gerando o desejo de experimentar tudo ao seu redor. É comum que os passos se tornem saltos, pois é nesse momento em que a criança está descobrindo suas limitações e tentando ultrapassá-las.  

 

O pequeno começará a ser mais independente e buscará fazer algumas de suas atividades rotineiras sozinho, como sua própria higiene, comer sozinho, e esse pode ser o momento ideal para o desfralde! O domínio na fala também é uma característica desse momento, então é comum que o pequeno agora mantenha diálogos com os pais, cantem, contem histórias, e por aí vai.  

 

As emoções ficam mais expressivas também, e a irritação ou frustração pode ser mais comum, exigindo mais paciência dos pais! Por serem emoções que estão sendo experienciadas pela primeira vez, os pequenos ainda não sabem lidar com elas, então, esses sentimentos podem gerar birras, choros e manhas. É importante dar todo o acolhimento possível e não cobrar comportamentos dos pequenos, esse é o momento de ajudá-los a entender o que se passa e tentar resolver! 

ENTRE 3 E 4 ANOS 

Os pequenos começam a demonstrar cada vez independência em relação aos pais, mas ainda assim são uma figura fundamental. Nesse momento a percepção das emoções alheias fica mais apurada, ou seja, os pequenos podem começar a se preocupar em agradar os adultos em sua volta.  

 

Essa é a idade em que as crianças se interessam mais por atividades em grupo, então será cada dia mais comum que eles fiquem próximos de alguns amiguinhos na escola ou até no ambiente familiar. O tempo de concentração dos pequenos também aumenta, e a imaginação é bastante utilizada. É uma ótima idade para estimular jogos e brincadeiras para ajudar no desenvolvimento! 

 

ENTRE 4 A 5 ANOS  

A imaginação estará aflorada e os pequenos fantasiarão cada vez mais! Os amigos imaginários podem surgir nesse momento, mas fique tranquilo quanto a isso, o que deve ser feito é observar como se dá essa relação com o amiguinho, que pode ser muito saudável! Com a fantasia mais viva nessa época, o medo de figuras fictícias como lobisomens, vampiros, monstros e bruxas pode aumentar e fazer parte dos pensamentos dos pequenos, tente sempre tranquilizá-los em relação a esses medos! 

 

O desenvolvimento da linguagem também está mais apurado e as crianças agora são capazes de manter conversas mais articuladas e frases estruturadas. Prepare-se, a fase das perguntas vem aí! Mas se seu pequeno não for de conversar muito, tá tudo bem! É super normal que algumas crianças sejam mais quietinhas que as outras.

ENTRE 5 E 6 ANOS 

 

Esse é o momento também da fala, onde os pequenos já conseguem manter diálogos longos, usar o plural e tempos verbais, decorar nomes de cores e números, pode começar a contar histórias sobre si e sobre sua vida, e também os acontecimentos na escola. Procure sempre ouvir e estimular o diálogo através de perguntas!  

 

Essa é a idade da autonomia! Agora é comum que os pequenos queiram se vestir e tomar banho sozinhos, como vê os adultos fazendo – é também o momento em que eles irão querer copiar tudo o que os adultos fazem! Por isso, fique atento aos exemplos que seus filhos terão, dentro e fora de casa.  

 

 

Os medos também podem aumentar nessa idade, mas dessa vez com coisas reais, como animais, andar de avião ou carro, insetos, entre outras coisas.  

 

A PARTIR DOS 6 ANOS DE IDADE 

Esse é o momento em que o desenvolvimento escolar se intensifica e a escola passa a ter maior referência no dia a dia. É lá onde os pequenos começarão a aprender, a fazer suas amizades e criar relação com os professores e coordenadores. 

 

Nessa época eles começam a ter interesse por atividades físicas e extracurriculares, escolhendo seu esporte favorito, por exemplo. É importante estimular, pois essas atividades podem ser excelentes para saúde e também para seu futuro!  

 

Eles começarão também a ter uma percepção mais aguçada e realista do mundo, então é o momento de entender seus deveres e responsabilidades enquanto cidadão e dentro de casa. 

Esse é um apanhado geral das fases que seus filhos passarão durante a infância. É importante ter conhecimento do que cada idade pode trazer para que saibamos o que esperar de cada momento e como podemos ajudar! Mas, isso não é uma regra. Estamos falando de uma média geral, e é claro que cada criança se desenvolve de sua própria forma e em seu próprio tempo. Então, ser diferente não é um problema, aliás, isso é o que torna cada criança especial no seu jeitinho único!  

 

Esperamos poder ter ajudado em sua casa e que você goste de nossa matéria! Abraços, e nos vemos na próxima semana. 

Mantenha vivo o encanto de ser criança!

Seu Bebê Tem Alergias? Saiba Identificar Os Sintomas Mais Comuns

Seu Bebê Tem Alergias? Saiba Identificar Os Sintomas Mais Comuns

Olá papais e mamães! Como estão as coisas por aí?  

 

Quem tem bebês em casa sabe o quão frágeis eles são, e além disso, mamães de primeira viagem costumam ficar muito preocupadas com qualquer sinal incomum, seja uma manchinha na pele, coceiras ou vermelhidão. 

 

As alergias em bebês estão cada vez mais comuns, devido ao sistema imunológico ainda em desenvolvimento nos primeiros meses de vida, deixando assim tudo mais sensível, tanto a pele quanto o sistema respiratório.  

 

Por isso, é essencial que os pais estejam atentos a cada detalhe, uma vez que os bebês muito pequenos não conseguem se comunicar de maneira clara. Na matéria de hoje, ajudaremos a entender alguns dos sintomas mais comuns para ajudar a identificar possíveis alergias nos babys! Confira:

O QUE SÃO ALERGIAS?  

As alergias são reações do organismo que ocorrem a partir do contato com determinada substância que pode ser interpretada como estranha pelo sistema imunológico. Essa substância é conhecida por alérgeno, e pode ter origem ambiental ou alimentar e atingir o corpo através de inalação, ingestão ou contato com a pele.  

 

Durante a infância essas reações são muito comuns, pois o corpo em formação pode apresentar maior fragilidade! São nos primeiros meses de vida que os pequenos tendem a apresentar alergias, levando em conta que nessa fase é onde o bebê tem o primeiro contato com diversas substâncias. Por isso, não se preocupe! É comum e possui tratamento.  

 

COMO IDENTIFICAR ALERGIA EM BEBÊS?  

Alergias são muito comuns tanto em adultos como em bebês, por isso, ter conhecimento sobre elas é necessário para poder identificá-las e oferecer tratamento o mais rápido possível. Ter muita atenção aos possíveis sintomas é essencial e pode fazer toda diferença no tratamento quando falamos de bebês, por serem mais vulneráveis e necessitam de cuidados dobrados.  

 

Em alguns bebês os primeiros sintomas a serem identificados são as reações na pele, sejam pequenas manchas avermelhadas ou lesões que provocam coceiras e incômodos. Outros sintomas comuns são a congestão nasal e a dificuldade de respiração, tosse, irritação na garganta, nariz e olhos, além de vômitos e até diarreia. Vale ressaltar que nem toda coceira é alergia, e nem toda alteração nas fezes é alergia alimentar! Em caso de dúvidas, é sempre necessário consultar um especialista para um diagnóstico correto. 

Os sintomas podem se manifestar simultaneamente ou de formas isoladas, conforme o nível da alergia. Em casos graves, a alergia pode evoluir até o fechamento da glote, impedindo a respiração, por isso, é necessário que os pais e responsáveis estejam sempre atentos para socorrer o bebê o mais rápido possível.  

 

O número de alergias possíveis é grande, alguns tipos são: alergias respiratórias, causadas por asma ou rinite; alergia alimentar; dermatite atópica, entre outras. E vale lembrar: filhos de pais alérgicos podem sofrer das mesmas condições, mas não é uma regra! 

TIPOS DE ALERGIAS  

Rinite  

A rinite é uma inflamação do nariz, que pode ser causada por diversos alergênicos que estão no ar, como poeira, pelos de animais e até fumaça, que ao entrar em contato com o organismo, geram uma produção exagerada de histamina, provocando inflamação e surgimento de alergias.  

 

Asma 

A asma infantil é mais comum quando um dos pais possui asma, mas não necessariamente só neste caso. A asma é uma doença nos brônquios, que causa seu estreitamento, resultando em dificuldade respiratória. As alergias são o principal fator que ocasiona a evolução da asma infantil para uma asma crônica e persistente. Cerca de 80% das crianças que continuam a sofrer de asma após os 5 anos de idade apresentam alergias aos ácaros ou alergia a pólen. A ocorrência de alergias alimentares como alergia ao leite e ao ovo, ou dermatites atópicas nos primeiros meses de vida também são importantes marcadores para esse prognóstico.  

 

Dermatite atópica  

A dermatite atópica pode ocorrer em qualquer idade, mas é predominante em bebês e crianças. A dermatite atópica é uma doença inflamatória crônica, que acontece geralmente em peles mais secas e pode acometer diversas partes do corpo dos bebês. Ela pode se dar em decorrência de fatores genéticos ou até mesmo por alergias alimentares, asma e rinite, mas também através de fatores emocionais como o estresse e ansiedade, ou até alterações na temperatura como calor excessivo e baixa umidade do ar.  

 

O QUE FAZER?  

Ao perceber qualquer um desses sintomas em seu bebê, não se desesperem, mantenha a calma e o cuidado. Não espere que as reações evoluam, busque a ajuda de um médico especialista para que esse profissional possa dar as orientações necessárias.  

Além disso, ao identificar uma possível alergia, busque um médico alergologista e tente identificar os diferentes contatos que seu baby possa ter tido, listando e levando ao médico, isso será útil e poderá ajudar a determinar o tratamento e os cuidados para que essas situações voltem a ocorrer.  

 

Muitas vezes os sintomas podem confundir e deixar as alergias em bebês passarem despercebidas, quando em baixa intensidade. Mas não devemos ignorar, pois os sintomas leves podem representar o início de uma reação maior e acabar evoluindo para casos mais sérios.  

É sempre importante manter o acompanhamento médico em bebês! Procure sempre especialistas como alergologistas, dermatologistas e otorrinolaringologistas caso seu bebê apresente sintomas.  

 

Muitos casos de alergia podem ser solucionados e não terem recorrência na vida adulta quando feito o tratamento, por isso é tão importante que nós pais e responsáveis estejamos sempre atentos para poder buscar um diagnóstico e o tratamento o mais rápido possível!  

 

Esperamos que esse texto possa ter te ajudado! Até semana que vem.

Mantenha vivo o encanto de ser criança!