por Eduardo Banderas | jan 16, 2019 | Família
As simpatias estão nos costumes e tradições de vários povos transmitidas pelos nossos antepassados. Geralmente elas são transmitidas de pais para filhos e por isso permanecem vivas até os dias atuais.
Certamente você já ouviu sua vó dizer: “antigamente… a gente curava soluço do bebê com uma fitinha na testa”, ou ainda, “na minha época, para o bebê falar nós dávamos água na casca do ovo” …
Vamos compartilhar aqui com vocês algumas dicas de simpatias para o seu bebê que podem ajudar/ou facilitar sua vida, mamãe!
PARA DESCOBRIR O SEXO DO BEBÊ:
- Colocar um garfo e uma colher escondidos de baixo da almofada. A mãe escolhe onde sentar. Se sentar no garfo será menino, se sentar na colher será menina (Dica da Carolina Simionato).
- A grávida deita na cama e uma outra pessoa pega uma linha, coloca uma aliança (pode ser da gravida ou não) e pendura em cima da barriga… Se fizer movimento circular é menina… Se fizer movimento reto é menino. (Dica da Julia Monteiro).
- Perguntar o que a futura mãe tem na mão… Se ela mostrar a mão com a palma virada para cima é menina, palma para baixo é menino (Dica da Carolina Simionato).
- Colocar dois travesseiros um ao lado do outro e debaixo de um coloca uma tesoura aberta (menina) e no outro uma tesoura fechada (menino). Fazer isso tudo sem que a grávida veja, depois peça para ela sentar em um dos travesseiros (Dica da Kary Serrado).
PARA O BEBÊ FALAR:
- Dar água da primeira chuva de janeiro é excelente pra dar àquela criança que demora a falar ou fala pouco (Laine Valgas).
- Dar água na concha ou colocar uma chave dentro da boca da criança e fazer o movimento de destrancar a porta (Dica da Vanessa Morales).
- Colocar um pintinho para piar na boca da criança (Dica da Carolina Simionato).
- Dar água na casca do ovo (Dica da Cristiana Taylor).
PARA O BEBÊ DORMIR:
- Colocar a camiseta (ou body) usada pelo bebê o dia todo no berço (Dica da Luciana Portinari).
PARA O BEBÊ NÃO CHORAR NO CARRO:
- Colocar uma folha de jornal dobrado na barriga do bebê (Dica Maria Stella Cordeiro Gaeta).
PARA O BEBÊ NÃO CHORAR A NOITE:
- Coloque o pijama do pai dobrado embaixo do travesseiro da criança (Dica da Vanessa Morales).
PARA O BEBÊ PARAR DE FAZER XIXI NA CALÇA OU NA CAMA:
- Leve a fralda da última troca antes do pôr do sol e deixe sobre um formigueiro (Dica da Vanessa Morales).
- Fazer xixi no tijolo (Dica da Erika Thomei Magnoli).
PARA EVITAR PESADELO:
- Colocar um pacotinho com sal (guardanapo embrulhado com um pouco de sal) embaixo do travesseiro da criança (Dica da Maria Eugênia Rudge Leite).
PARA A CRIANÇA PARAR DE TOSSIR:
- Dê uma chave para a criança e mande ela segurar com a mão direita. Em questão de segundos ela irá parar de tossir (Dica da Maira Piccolo).
QUANDO O BEBÊ BATE A CABEÇA:
- Apertar com faca sem ponta por três vezes fazendo sinal de cruz, assim não sobe o famoso galo na cabeça (Dica da Duda Bueno Misiara).
PARA O BEBÊ QUE TROCA O DIA PELA NOITE:
- Na hora do banho do nenê retirar a camisetinha e deixar virada pelo avesso debaixo da cama do bebê (Dica da Vanessa Morales).
PARA A CRIANÇA ANDAR:
- É preciso varrer o chão à frente dela, para que o medo vá embora (Dica da Vanessa Morales).
- Os padrinhos seguram na mão do bebe e a mãe vai atrás varrendo, por três domingos seguidos (Dica da Carolina Simionato).
PARA TIRAR “PELINHOS” OU SUJEIRINHAS QUE ENTRAM NO OLHO:
- Cantarmos uma música e com o dedo indicador e o dedão juntos ir fazendo uma cruz nos olhos fechados enquanto canta: “Santa Luzia passou por aqui, com seu cavalinho comendo capim”. Repetir 3 vezes! (Dica da Renata Cantafio).
PARA TIRAR O MAU OLHADO:
- Dar um beijo no bumbum do bebê (Dica da Caroline Sacramento).
- Dar tapinhas na sola dos pés (Dica da Ana Cruz Pallotta).
PARA A CRIANÇA SE ALIMENTAR MELHOR:
- Durante três dias seguidos guarde os restos da comida da criança do almoço e do jantar, depois coloque tudo em um prato branco, vá até um jardim deixe o prato lá e ofereça a são Cosme e são Damião para que seu filho coma bem e tenha muita saúde (Dica da Tatiane Grilli).
- Pegar um abacate, um copo e água. Como preparar: Tire a polpa do abacate e coloque o caroço dentro do copo e complete com água. Deixe este copo sob a luz do luar. Sempre que for alimentar a criança, coloque este copo ao lado. Assim que o caroço brotar, a criança vai se alimentar melhor. Após isto, enterre o caroço num vaso ou terra.
PARA ALIVIAR AS CÓLICAS:
- Colocar três folhas de arruda sob o travesseiro do bebê (Dica da Vanessa Morales).
PARA SER UM ADULTO BONITO:
- Enterrar o cordão umbilical quando cair no pé de uma roseira (Dica da Tatiana Matuck).
PARA A CRIANÇA SER UM ADULTO PONTUAL:
- Queimar o cordão umbilical quando cair (Dica da Flávia Samuel Pansa).
PARA ACABAR COM O SOLUÇO:
- Colocar um pedaço de lã vermelha na testa. Ou então amarrar um palito de fósforo no cabelo da criança (Dica da Flávia Samuel Pansa).
- Colocar um algodão molhado grudado na testa de bebê (Dica da Ana Cruz Pallotta).
PARA SABER O SEXO DO SEGUNDO FILHO:
- Olhar o ‘pezinho’ do cabelo do primeiro filho, se for retinho, será menina. Se formar um bico, será menino (Dica da Erika Rosino Ramacciotti).
PARA NÃO CHOVER NAQUELA DATA IMPORTANTE:
- Jogar um ovo no telhado e mostrar o bumbum pelado para Santa Clara… Mas, tem que ser na janela! Claro que você não vai colocar o popô pelado na janela para o mundo ver, mas deixe a janela aberta e mostre o bumbum de longe (Dica da Renata Cantafio).
Fonte:
http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/noticia/2014/01/as-primeiras-aguas-de-janeiro-ajudam-a-crianca-a-falar-4378599.html
http://www.formaes.com.br/vida-de-mae-2/simpatias/
por Eduardo Banderas | jan 14, 2019 | Família
Como fazer uma criança feliz?
A SBP e o Instituto Datafolha ouviram 1.525 crianças brasileiras, de 4 a 10 anos, de todas as classes econômicas, em 131 municípios. O trabalho foi realizado com base no instrumento de avaliação de qualidade de vida AUQEI e o desenho amostral elaborado com base no Censo de 2010 (IBGE). A pesquisa sobre estados emocionais foi quantitativa, com abordagem domiciliar. Teve como objetivo conhecer mais profundamente os desejos e necessidades dos pacientes pediátricos, para que seu médico possa, cada vez melhor, orientar as famílias nas consultas.
As crianças responderam a uma questão aberta: “O que mais gosta de fazer quando não está na escola?”. Além disso, foram propostas 26 situações, para que utilizando uma escala visual de cinco pontos (cartão “de carinhas”), manifestassem seu estado de alegria ou tristeza perante cada uma. A criança respondeu na presença do responsável, após sua autorização.
O que sentem? Do que gostam?
O que deixa a criança “muito alegre” e “alegre” é o dia do seu aniversário (96% das respostas), praticar esporte (94%), brincar com os amigos (92%), as férias escolares (91%), assistir TV (90%). A situação na qual se sente “muito triste” e “triste” (71%) é ficar longe da família.
Mas, independentemente da natureza, os primeiros lugares ficaram com jogar bola (33%), brincar de boneca/boneco (28%) e assistir TV (26%). Andar de bicicleta veio a seguir, com 19%. O pega-pega ficou 17%. Empataram, com 14% das preferências, o esconde-esconde, brincar de carrinho e vídeo game. Na sequência, então brincar de casinha (10%) e no computador (9%). Apareceram também soltar pipa e desenhar/pintar (6%), pular corda (5%), brincar de corrida, com brinquedos (sem especificar qual), animal de estimação e estudar (4%).
Dicas da SBP para as famílias
O principal é o carinho.
- O que faz a criança feliz não é o brinquedo, é brincar, é conviver com a família e amigos. Os pequenos não são consumistas.
O núcleo familiar proporciona sensações alegres e prazerosas
- Fica clara a grande importância dada pelas crianças ao convívio tão decisivo para o seu desenvolvimento emocional e cognitivo, não apenas com a família nuclear, mas também a “estendida”.
- 87% dos entrevistados se definem como “alegres” ou “muito alegres” quando estão com os avós, na mesa com a família e quando pensam na mãe.
- 83% se dizem também “alegres” ou “muito alegres” quando brincam com os irmãos e 78% quando pensam nos pais. Criança gosta de criança. Até, por isso, fica tão feliz no aniversário.
- 47% dos entrevistados informaram que ficam “tristes” ou “muito tristes” quando brincam sozinhos. A convivência deve ser incentivada.
As brincadeiras tradicionais trazem mais alegria.
- Apesar da forte presença da TV e dos eletrônicos em geral (o computador é importante principalmente entre os mais velhos), ainda existe o Brasil das brincadeiras tradicionais, e estas ainda trazem mais alegria do que as propostas mais atuais de diversão/lazer. É importante incentivá-las.
- Brincadeiras de rua, apesar de limitações impostas pela violência urbana, e mesmo que não praticadas, estão em primeiro lugar no desejo das crianças.
TV, computador e falta de outras opções.
- Em geral, a criança se volta para o brinquedo eletrônico quando está sozinha. Mas se for oferecida uma alternativa, prefere.
- Os eletrônicos entram na vida da criança muito cedo e ganham espaço excessivo quando faltam alternativas. Os pequenos acabam se acostumando, adquirindo hábito.
- É preciso oferecer outras experiências, criar mecanismos para que possam fazer atividades apropriadas à faixa etária.
- É muito importante que as crianças, desde pequenas, sejam incentivadas à pratica esportiva e a outros hábitos.
- Atividades individuais são um pouco mais comuns (85%) que as sociais (74%) – Mas essas devem também ser incentivadas, pois criam sentido de sociedade, compartilhamento, ganhar e perder, respeitar, características importantes, que surgem para as pessoas no seu crescimento e desenvolvimento por meio das brincadeiras.
- As crianças brasileiras têm uma imagem de si mesmas atual e futura muito boa e com confiança.
- A maioria fica alegre quando vê uma fotógrafa sua (86%) e quando se imagina adulta (87%).
O futuro é bem-vindo.
1.87% dos entrevistados ficam “alegres” ou “muito” quando pensam em si mesmos como pessoas grandes. A situação foi proposta para os que têm entre 6 e 10 anos.
“O trabalho foi realizado com base no instrumento de avaliação de qualidade de vida AUQEI e o desenho amostral elaborado com base no Censo de 2010. (IBGE). A pesquisa sobre estados emocionais foi quantitativa, com abordagem domiciliar.”
Fonte: SBP – www.conversandocomopediatra.com.br.
- Matéria retirado da revista Materlife, Janeiro de 2019. Edição 169.
por Eduardo Banderas | dez 13, 2018 | Família
Quando começar a usar?
O verão chegou e com ele a preocupação com a exposição ao sol aumenta devido aos riscos que os raios solares trazem a nossa pele. Imagine então o quão perigoso os raios solares podem ser para crianças, principalmente, bebês que tem pele extremamente sensível.
Em janeiro, a australiana Jessie Swan exibiu nas redes sociais a foto de seu filho de apenas três meses que sofreu reação alérgica após ter aplicado protetor solar, que segundo ela, era recomendado para bebês. A criança apresentou erupções cutâneas a vermelhidão na pele em todo corpo após ter o produto aplicado.
”O uso de protetor solar não é recomendado para bebês com menos de seis meses porque não há testes sobre as irritações que o produto pode causar em crianças com essa faixa de idade.”
Não por acaso, a exposição direta ao sol não é recomendada nos primeiros meses de vida do bebê. Se for sair e enfrentar o sol, é preciso proteger a criança com roupas adequadas, de preferência leves e de algodão, pois ajudam a filtrar os raios do sol. Também é recomendado o uso de chapéus e manter o bebê na sombra.
Se for passear com o bebê, opte por passeios curtos, no carrinho, protegendo-o do sol, e com duração máxima de 20 minutos.
Praia, como foi o caso da australiana, nem pensar! Férias em praias não são recomendadas para crianças com menos de um ano, pois só depois dessa idade é que elas começam a adquirir mais resistência.
Quando pode passar protetor:
O uso do protetor solar pode ser adotado a partir dos seis meses, mas com muita cautela. Dos seis meses aos dois anos, use protetores voltados para essa faixa etária e certifique-se da qualidade do produto. O ideal é conversar com o dermatologista ou pediatra da criança antes de começar a usá-los.
Dê preferência aos formulados com óxido de zinco ou ferro, que refletem a luz e agem como barreira aos raios solares, sem que haja uma grande absorção química.
Mas você não deve comprar o protetor e sair aplicando direto. Antes é preciso fazer um teste. Aplique uma pequena quantidade do produto em uma área do braço próxima ao cotovelo, por três dias seguidos, e observe se a criança não sofreu alguma reação ao protetor.
É claro que o uso do protetor solar não resolve. Cuidado ao expor a criança ao sol, não é recomendada a exposição ao sol entre 10h e 16h, período em que a exposição ao UVA e o UVB é mais perigosa.
“Além de queimaduras, a exposição ao sol pode causar envelhecimento precoce, manchas e o mais grave, o desenvolvimento de um câncer de pele”.
Dra. Miriam Sabino, dermatologista da Fit Body Pilates Spa & Estética.
- Retirado da revista Materlife, Novembro de 2018. Edição 167.