por Eduardo Banderas | mar 16, 2020 | Família, Novidades
Quem tem um bebezinho em casa sabe muito bem o quanto eles mudam e crescem rapidamente.
Um dia se passa e eles chegam com novos aprendizados, novas caras e bocas, e deixam a gente babando com cada passo que eles dão.
Um grande marco no desenvolvimento do bebê é quando ele começa a dar seus primeiros passinhos.
Geralmente a procura por liberdade e o andar, chegam por volta do primeiro ano. Nessa idade eles buscam novidades constantes e os braços e o colinho já não são suficientes. Eles querem a liberdade de andar sozinhos!
Nessa etapa também, é comum a figura de referência dos bebês (mãe, pai, cuidador) ficar mais distante, seja devido a volta ao trabalho ou a introdução dos bebês em uma escola ou creche. Portanto nesse momento, o pequeno começa a entender que ele e os pais são indivíduos diferentes e tende a querer literalmente caminhar com as próprias pernas.
Esse período de adaptação e descobertas é emocionante e único para os pais, que devem saber dosar os cuidados com o bebê para que ele tenha a liberdade de aprender a se desenvolver sozinho mas que saiba que tem sempre a companhia e o colo que precisa para se sentir seguro com todas as mudanças.
É importante lembrar que cada indivíduo tem seu tempo, que alguns bebês podem começar a andar antes de 1 ano de idade e que alguns necessitam de mais tempo, e tudo bem! Ao invés de apressar cada fase, curta os momentos únicos desse desenvolvimento.
Cabe aos pais segurar a ansiedade e entender que cada criança cresce à sua maneira, além de estimular as habilidades dos filhos para que o bebê se sinta seguro e atravesse essa fase com suporte e muita admiração.
É essencial para o desenvolvimento e liberdade dos bebês, que os pezinhos fiquem sempre confortáveis nessa fase. Portanto é muito importante escolher um calçado que se adapta ao andar fofinho e macio dos bebês e permite que eles fiquem livres e confortáveis para andar por aí!
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por Eduardo Banderas | jul 3, 2019 | Família
Uma das maneiras possíveis de ajudar o seu filho a assimilar o padrão dos horários de dormir consiste em estabelecer uma rotina para o sono. Se essa não é uma característica de seu estilo de vida, convém adotá-la agora. É tarefa dos pais assegurarem um sono revigorante ao filho, ensinando-o que ir para cama à noite, após um dia agitado, é algo muito bom.
“Para funcionar a nova rotina tem de se repetir todos os dias. Caso precise delegar a tarefa para outra pessoa, certifique-se de que ela o fará do modo como a criança está habituado.”
- Não espere que a criança fique cansada demais para levá-la a cama. Esse deve ser um momento calmo, de encerramento do dia, e prepare a criança com suavidade para o período de sono.
- Se você acostumou seu filho ao banho matinal, tente mudar o horário dessa relaxante atividade para o final do dia. Um banho antes de ir pra cama ajuda a relaxar e, se fizer parte da rotina diária da casa, também contribui para que a criança o associe à hora do descanso. Assim, o banho passa a funcionar também como parte do ritual de preparo para o sono.
- A rotina de sono pode obedecer ao seguinte ritmo: cerca de uma hora depois da última refeição, leve a criança para o banho e deixei-a brincar na água. Em seguida, acomode-se perto dela e leia uma historinha antes de levá-la para a cama.
- Para funcionar a nova rotina tem de se repetir todos os dias. Caso precise delegar a tarefa para outra pessoa, certifique-se de que ela o fará do modo como a criança está habituada. A rotina criar a segurança necessária para que seu filho vá dormir feliz e caia em um sono tranquilo.
Conteúdo autorizado para reprodução na revista Materlife com a fonte retirada pelo publica dor. Divulgado por: Dra Juliana Franco.
- Matéria retirada da revista Materlife, Junho de 2019. Edição 174.
por Eduardo Banderas | jun 12, 2019 | Família
Saborosos e extremamente benefícios aos adultos e crianças, os sucos naturais, assim como as frutas, são aliados importantes na saúde do seu filho. Porém, o consumo desse grupo de alimentos é, muitas vezes, menor que o recomendado, principalmente devido ao aumento do comercio de alimentos industrializados, ricos em gordura, sal e açúcar, e pobres em micronutrientes.
É recomendável que os pais tenham o cuidado de sempre que possível, oferecer suco naturais as crianças, ao invés refrigerantes ou sucos artificiais. Vale lembrar que no Brasil, temos a vantagem da grande diversidade de frutas ofertadas durante todo ano. Elas se caracterizam pela natureza geralmente por polposa, aroma próprio, são ricas em açúcares solúveis e de sabor doce, podendo ser ingeridas sem a necessidade de preparo culinária. Mamãe, o que você está esperando!
Os sucos são boas fontes de fibras alimentares, principalmente se não forem coados ou peneirados. A utilização integral dos componentes das frutas pode garantir o acesso a minerais, vitaminas e fibras, vitais para o desenvolvimento saudável do seu filho.
“Além de perder em vários nutrientes, os sucos industrializados são ricos em calorias e contém conservantes e corantes, que podem causar alergias, gastrite e até conter substâncias cancerígenas”, alerta a pediatra e autora do livro Adolescente – Manual para pais, professores e alunos, Márcia Rodrigues.
Há ainda a opção de preparar sucos naturais que misturam frutas com legumes ou verduras. Eles são responsáveis pelo aumento das defesas do organismo. Outra medida importante é a ingestão de sucos 30 minutos antes das refeições. Essa prática ajuda na absorção dos nutrientes. Além disso, é importante que o sucos naturais sejam consumidos em no máximo 30 minutos depois de serem preparados, para que não percam suas propriedades nutritivas. Confira os benefícios de alguns sucos de frutas:
Laranja: fortalece as defesas naturais do corpo por ser rica em vitamina C. Seu sumo é de fácil digestão, ajuda a combater resfriados, gripe, febre e possui efeito anti-hemorrágico.
Maçã: auxilia na tonificação do organismo. Contém substâncias que protegem o fígado e ajudam na digestão.
Abacaxi: indicado por ser digestivo além de diurético e antitérmico. Também acalma a garganta e cura laringites.
Mamão: estimula e tonifica o organismo. É particularmente bom para a digestão e contém substâncias anti-bactericida, capazes de evitar infecções intestinais causadas por parasitas, além de proteger as mucosas dos intestinos.
Manga: tem grande teor de betacaroteno, o que lhe confere propriedades antioxidante. É um ótimo regenerador do sangue.
Morango: indicado em casos de diarreia, ajuda na digestão, baixar a febre e estimula todas as funções do metabolismo. Tem propriedades adstringentes e diuréticas.
Maracujá: tem propriedades antissépticas e reforça o sistema imunológico, estimula a digestão e ainda é utilizado como calmantes.
Acerola: combate a debilidade e fadiga do organismo, a perda do apetite, e também as gripes e infecções pulmonares.
Açaí: considerado um antioxidante natural, facilita a eliminação de radicais livres, devido ao seu teor de vitaminas E e C.
Melão e Melancia: tem propriedades diuréticas, auxiliando no funcionamento dos rins.
- Matéria retirada da revista Materlife, Junho de 2019. Edição 174.
por Eduardo Banderas | maio 28, 2019 | Família
O choro do seu filho ao nascer é a primeira forma de comunicação. É através do choro, que ele expressa o choque de sair do acalento gostoso do útero da mãe e de estar em um lugar diferente, no meio externo.
Muitas pesquisas apoiam a tese que o bebê já compreende a linguagem antes mesmo de nascer. Ele costuma ao compasso dos batimentos do seu coração, ele entra em sintonia com o som da sua voz. Após o nascimento, é capaz de discernir a sua voz das dos demais. Por isso é tão importante conversar com o bebê dentro da barriga, seja a mamãe ou o papai da criança. Ouvir músicas na gestação também é uma forma de compreensão da linguagem e de estímulos do desenvolvimento cognitivo do bebê intra-útero.
Seu filho é um observador: ele aprende regaras da linguagem e da socialização, observando você reagindo a seus sons, os diferentes tons, e como você e seus parceiros conversam e se entendem. Por isso é importante utilizar diferentes tons e sílabas quando você fala de modo que ele possa imitar e aprender novos sons.
As habilidades verbais do seu bebê vão progredir por etapas e medida que seu mecanismo vocal amadurece e ele se relaciona com o seu ambiente. Assim como ele tem que engatinhar ou se rastejar antes de andar, ele tem que balbuciar antes de falar. Balbuciar é um marco importante do desenvolvimento porque representa o início de uma comunicação real, quando um bebê começa a experimentar sons, reações, respostas e a construção de relações sociais. O sorriso social que é um marco do desenvolvimento do primeiro trimestre também é uma das primeiras formas de comunicação do bebê, além do início dos sons de vogais com “coos” e “goos”. Já no primeiro mês de vida, seu filho vai fazer umas caretas para você e gostar de olhar e até imitar alguns gestos. Mostre a língua e veja como ele faz a mesma coisa. Balbuciação começa em torno dos 4 meses.
As primeiras experiências incluem, muitas vezes, sons com “p”, “b” e “m”, que são produzidos só de colocar os lábios juntos. Nesta fase, ele também dará gritinhos de alegrias só de ver a mamãe e papai, refletindo um forte sinal de vinculo. Em torno de 6 a 7 meses o bebe usa seus lábios e língua para formar sons e vai iniciar uma conversa com você atrás das mudanças no tom quando ele fala. Sua voz pode subir no final de uma série de murmúrios, como se estivesse fazendo uma pergunta, ou ele pode resmungar em voz baixa após outra pessoa beijar seu rosto. Ele também começa a compreender que uma conversa é uma coisa de vai-e-vem e por isso pode fazer pausas entre as exclamações. Além da fala, as suas expressões faciais e a linguagem corporal podem dar dicas do que ele está querendo falar.
Lembre-se que o desenvolvimento motor varia para cada criança. Entretanto se ele não balbucia, não faz contato com os olhos ou gestos, se as palavras não surgem até os seus 15 meses ou não fala frases com 2-3 palavras até aos 2 anos, ou se há uma regressão da fala a qualquer momento agende uma conversa com o seu pediatra e um fonoaudiólogo. Quanto mais cedo a criança recebe ajuda no problema de linguagem, melhor será.
Dicas para ajudar no desenvolvimento da fala e da linguagem do seu bebê:
- Converse com o seu bebê: ao falar com ele, olhe-o nos olhos e articule bem os sons das palavras. Use diferentes tons e sílabas quando você fala de modo que ele possa imitar e aprender novos sons.
- Cante para o seu bebê durante as atividades do dia a dia, como na hora de comer, do banho ou do sono, cante músicas com letras curtas e repetitivas e sempre no mesmo tom de voz. Isso antecipa para o bebê o que vai acontecer com ele, e ele se sente mais seguro na rotina do seu dia.
- Os pais não podem incentivar o filho a falar errado, ainda que achem bonitinho o jeito como ele pronuncia determinada palavra. Evita infantilizar a fala ou usar diminutivos. Os especialistas justificam que as palavras ficam muito parecidas quando acrescidas de “inho” ou “inha” no final, dificultando a memorização e a consequente ampliação do vocabulário.
- O bebê pode chamar o cachorro de “au-au” e o machucado de “dodói”. Já os pais, como modelos, precisam reforçar o uso da palavra correta.
- Estimule-o a nomear o que ele deseja ao apontar. Resista a tentação de satisfazer as vontades dele rapidamente. Por exemplo, se seu filho aponta para um copo de água ou balbucia “aua”, pergunte-o: “Você deseja um copo de água?”
- Sempre que possível, associe gestos ao que diz como; sacudir o dedo indicador quando fala “não” ou mostrar as mãos vazias ao anunciar que algo “acabou”.
- Nos passeios, aproveite para ensinar palavras novas. Em um parque, por exemplo, aponte e nomeie os elementos da paisagem: “veja as árvores, os pássaros, os bebês.”
- Ao contar histórias, crie vozes diferentes para personagens, alternando tons graves e agudos, sons mais altos e mais baixos, e faça gestos para interpretação dos personagens.
Fonte: Daniela Gerent Petry Piotto Médica pediatra e reumatologista pediátrica. Coordenadora do Curso de Cuidados com a Saúde da Mamãe e do Bebê – Grupo Fleury. Professora afiliada departamento de medicina – UNIFESP (www.amordepediatra.com.br) Facebook: dradanielapediatra Instagram: @dradanielapediatra.
- Matéria retirada da revista Materlife, Maio de 2019. Edição 173.
por Eduardo Banderas | maio 12, 2019 | Família
Uma das datas comemorativas mais importantes do ano…
As mais antigas celebrações do Dia das Mães remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia das Mães eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
A história do Dia das Mães na Inglaterra
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4° Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Nesse período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos, a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
A história do Dia das Mães nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
“A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia das Mães. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães.”
A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia das Mães, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a Sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 crevos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis, seria objetivo desse dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais ativo sobre as nossas mães. Por meio de plavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis, deveríamos proporcionar-lhes prazer e trazer felicidade aos seus corações todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia das Mães.
Diante da aceitação geral, a Sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos, com o intuito de estabelecer um Dia das Mães em nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem-sucedida que, em 1911, era celebrado em praticamente todos os Estados. Em 1914, o Presidente Woodrow declarou oficialmente e em nível nacional o 2° Domingo de maio como o Dia das Mães.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia das Mães com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos.
“Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.”
E é o que fazem praticamente em todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
A história do Dia das Mães no Brasil
Conforme explicado nos textos anteriores, a história do Dia das Mães tem origens e datas distintas, no Brasil, atualmente o dia das Mães é no 2° Domingo de Maio, em homenagem à Maria, Mãe de Cristo.
Curiosidades do Dia das Mães:
- Algumas tribos, como os Assam em África, afirmam não ter famílias, mas sim “maharis”, ou seja, “maternidades”.
- Os nomes das famílias chinesas têm geralmente uma indicação (prefixo) relativa à maternidade. É uma maneira de homenagear as mães da família.
- Tal como nós, os gregos antigos celebram o Dia das Mães na primavera. Evocavam Rhea, a mãe dos deuses, fazendo oferendas de bolos de mel, boas bebidas e flores, logo pela madrugada. Talvez seja este o início da tradição de levar o pequeno almoço à cama no Dia das Mães.
- A Família Imperial do Japão assinala os seus descendentes a partir de Omikami Amatersasu, a Mãe do Mundo.
- As escrituras da religião hindu atribuem à Grande Mãe, Kali Ma, a invenção da escrita, por meio de alfabetos, pictogramas e imagens sagradas de grande beleza.
- O Presidente George Washington disse um dia: “A minha mãe é a mulher mais bonita que alguma vez vi. Atribuo todo o meu sucesso na vida à educação moral, intelectual e física que recebi dela”.
- A palavra grega “meter” e palavra sânscrita “mantra” podem significar “mãe” e “medida”.
- As mulheres nativo-americanas eram honradas com a expressão “Vida da Nação”.
- Os antigos egípcios acreditam que “Bast” era a mãe de todos os gatos do mundo e que os gatos eram animais sagrados.
- Buda honrou as mães quando disse: “Uma mãe, mesmo que arrisque a sua vida, ama e protege o seu filho para que o homem possa cultivar a compaixão pelo mundo inteiro.”
O Dia das Mães é agora celebrado em muitos países do mundo. Austrália, México, Dinamarca, Finlândia, Itália, Turquia, Bélgica, Rússia, China ou Tailândia são alguns dos muitos países com celebrações especiais dedicadas às mães. Os dias, contudo, diferem por vezes de país para país.
Matéria retirada da revista Materlife, Maio de 2019. Edição 173.
por Eduardo Banderas | maio 7, 2019 | Família
… Dizem que as mães sempre sabem reconhecer e distinguir seus bebês, inclusive quando são gêmeos. Isso é feito comparando-se o peso, o tamanho, o cheirinho, a personalidade. Porém, os muitos cuidados (em dose dupla) com os bebês, as poucas horas de sono e a rotina estressante pode acabar confundindo até mesmo as mães mais atentas.
“Não são raros os relatos de mulheres que deram banho duas vezes no mesmo filho, por exemplo, deixando o outro de lado, sem querer.”
Para evitar estas situações e também para facilitar a identificação dos gêmeos por familiares, professores da escola e coleguinhas, veja algumas dicas:
Dica para a mamãe:
Uma dica para eu a mulher consiga organizar seus afazeres e os cuidados com os bebês é anotar tudo. Coloque o nome de cada um dos gêmeos e vá anotando o que você fez para ele: banho, troca de fraudas, alimentação.
Roupinhas iguais:
Vestir roupinhas iguais é praticamente uma marca registrada dos gêmeos. Se as mães gostam de vesti-los assim, uma dica é continuar escolhendo roupinhas iguais, da mesma estampa, mas de cores diferentes. Isso será eficaz na hora de distinguir os bebês.
Pulseirinhas e brincos:
Se os bebês forem duas meninas, uma maneira de diferenciar é apostar em acessórios femininos, existentes até mesmo para os recém-nascidos. Compre aquelas tradicionais pulseirinhas de plaquinhas onde é possível gravar o nome. Outra opção é colocar um pingente com a inicial da bebê. Brinquinhos com pedrinhas coloridas são outra alternativa bastante sutil e delicada.
Acessórios coloridos:
Você pode ainda colocar outros acessórios de cores diferentes nos bebês, como meias e gorrinhos. Além de variar nas cores, existem acessórios com temas e estampas variadas, inclusive que imitam animais e outros personagens infantis que fazem bastante sucesso entre os pequenos.
Fonte: Site Gestação Bebê.
Matéria retirada da revista Materlife, Abril de 2019. Edição 172.