+55 (18) 99607-6551 loja@pecompe.com.br
O QUE FAZ UMA CRIANÇA FELIZ?

O QUE FAZ UMA CRIANÇA FELIZ?

Como fazer uma criança feliz?

A SBP e o Instituto Datafolha ouviram 1.525 crianças brasileiras, de 4 a 10 anos, de todas as classes econômicas, em 131 municípios. O trabalho foi realizado com base no instrumento de avaliação de qualidade de vida AUQEI e o desenho amostral elaborado com base no Censo de 2010 (IBGE). A pesquisa sobre estados emocionais foi quantitativa, com abordagem domiciliar. Teve como objetivo conhecer mais profundamente os desejos e necessidades dos pacientes pediátricos, para que seu médico possa, cada vez melhor, orientar as famílias nas consultas.

As crianças responderam a uma questão aberta: “O que mais gosta de fazer quando não está na escola?”. Além disso, foram propostas 26 situações, para que utilizando uma escala visual de cinco pontos (cartão “de carinhas”), manifestassem seu estado de alegria ou tristeza perante cada uma. A criança respondeu na presença do responsável, após sua autorização.

O que sentem? Do que gostam?

O que deixa a criança “muito alegre” e “alegre” é o dia do seu aniversário (96% das respostas), praticar esporte (94%), brincar com os amigos (92%), as férias escolares (91%), assistir TV (90%). A situação na qual se sente “muito triste” e “triste” (71%) é ficar longe da família.

Mas, independentemente da natureza, os primeiros lugares ficaram com jogar bola (33%), brincar de boneca/boneco (28%) e assistir TV (26%). Andar de bicicleta veio a seguir, com 19%. O pega-pega ficou 17%. Empataram, com 14% das preferências, o esconde-esconde, brincar de carrinho e vídeo game. Na sequência, então brincar de casinha (10%) e no computador (9%). Apareceram também soltar pipa e desenhar/pintar (6%), pular corda (5%), brincar de corrida, com brinquedos (sem especificar qual), animal de estimação e estudar (4%).

Dicas da SBP para as famílias

O principal é o carinho.

  1. O que faz a criança feliz não é o brinquedo, é brincar, é conviver com a família e amigos. Os pequenos não são consumistas.

O núcleo familiar proporciona sensações alegres e prazerosas

  1. Fica clara a grande importância dada pelas crianças ao convívio tão decisivo para o seu desenvolvimento emocional e cognitivo, não apenas com a família nuclear, mas também a “estendida”.
  2. 87% dos entrevistados se definem como “alegres” ou “muito alegres” quando estão com os avós, na mesa com a família e quando pensam na mãe.
  3. 83% se dizem também “alegres” ou “muito alegres” quando brincam com os irmãos e 78% quando pensam nos pais. Criança gosta de criança. Até, por isso, fica tão feliz no aniversário.
  4. 47% dos entrevistados informaram que ficam “tristes” ou “muito tristes” quando brincam sozinhos. A convivência deve ser incentivada.

As brincadeiras tradicionais trazem mais alegria.

  1. Apesar da forte presença da TV e dos eletrônicos em geral (o computador é importante principalmente entre os mais velhos), ainda existe o Brasil das brincadeiras tradicionais, e estas ainda trazem mais alegria do que as propostas mais atuais de diversão/lazer. É importante incentivá-las.
  2. Brincadeiras de rua, apesar de limitações impostas pela violência urbana, e mesmo que não praticadas, estão em primeiro lugar no desejo das crianças.

TV, computador e falta de outras opções.

  1. Em geral, a criança se volta para o brinquedo eletrônico quando está sozinha. Mas se for oferecida uma alternativa, prefere.
  2. Os eletrônicos entram na vida da criança muito cedo e ganham espaço excessivo quando faltam alternativas. Os pequenos acabam se acostumando, adquirindo hábito.
  3. É preciso oferecer outras experiências, criar mecanismos para que possam fazer atividades apropriadas à faixa etária.
  4. É muito importante que as crianças, desde pequenas, sejam incentivadas à pratica esportiva e a outros hábitos.
  5. Atividades individuais são um pouco mais comuns (85%) que as sociais (74%) – Mas essas devem também ser incentivadas, pois criam sentido de sociedade, compartilhamento, ganhar e perder, respeitar, características importantes, que surgem para as pessoas no seu crescimento e desenvolvimento por meio das brincadeiras.
  6. As crianças brasileiras têm uma imagem de si mesmas atual e futura muito boa e com confiança.
  7. A maioria fica alegre quando vê uma fotógrafa sua (86%) e quando se imagina adulta (87%).

O futuro é bem-vindo.

1.87% dos entrevistados ficam “alegres” ou “muito” quando pensam em si mesmos como pessoas grandes. A situação foi proposta para os que têm entre 6 e 10 anos.

“O trabalho foi realizado com base no instrumento de avaliação de qualidade de vida AUQEI e o desenho amostral elaborado com base no Censo de 2010. (IBGE). A pesquisa sobre estados emocionais foi quantitativa, com abordagem domiciliar.”

Fonte: SBP – www.conversandocomopediatra.com.br.

  • Matéria retirado da revista Materlife, Janeiro de 2019. Edição 169.

 

2019 A PÉ COM PÉ ESTÁ DE CARA NOVA!

2019 A PÉ COM PÉ ESTÁ DE CARA NOVA!

A Pé com Pé começa 2019 a todo vapor!

Os investimentos em uma nova unidade fabril e em uma nova fonte de energia já trazem resultados que vão refletir diretamente no desenvolvimento dos nossos produtos, trazendo calçados com maior inovação em conforto, design e tecnologia além é claro de preços mais competitivos.

Estamos sempre empenhados em trazer o que há de mais moderno para área fabril com capitação da equipe produtiva e administrativa. E para identificar essa nova era de crescimento, inovamos nossa comunicação visual com elementos que remetem a tecnologia e ao mundo digital cada vez mais presente em nossas vidas e de nossas crianças.

  • Propor uma modernização na identidade visual da Marca, sem perder a nossa essência, mantendo vivo o encanto de ser criança.
  • Posicionar cada vez mais a Pé com Pé como uma Marca Moderna, Divertida e Digital.
  • Logotipo mais leve, retirando traços pretos e deixando mais moderna, com relevo de sensação ao toque.

Logo 2006.

Logo 2010.

Logo 2010.

Logo 2018.

Logo 2018.

Imagem4

Logo 2019.

A essência da marca foi mantida, adicionando alguns toques de inovação, atualizando formatos, estilos e outros elementos visuais.

  • Os elementos simulam movimento, flexibilidade e pixels do mundo digital.
  • As cores dão vida e alegria e chamam a atenção.
  • Modernidade e sofisticação.

Nova Comunicação Visual.

 

Inclusão dos Elementos:

 

Fachada da empresa.

Fachada da Empresa.

Luminoso.

Luminoso.

Site da loja.

Site da Loja.

Estande feira couromoda.

Estande feira Couromoda.

Fachada de loja.

Fachada de Loja.

Cartão de visita.

Cartão de Visita.

Caixa individual.

Caixa Individual.

Display.

Display.

Agenda.

Agenda.

Energia fotovoltaica

A Pé com Pé é a primeira indústria a produzir a sua própria energia na região de maneira limpa e sustentável. Foram instalados na empresa 558 painéis fotovoltaicos e agora a empresa produz 25.000 kWh/mês. Reduzindo custo operacional e anulando a agressão ao meio ambiente.

Painel Fotovoltaico.

Painel Fotovoltaico.

Painel Interno.

Painel Interno.

 

FELIZ ANO NOVO!

FELIZ ANO NOVO!

Sonhe, busque, espere… ame e seja amado!

Deixe sua alma voar alto… pegar carona com os fogos coloridos.

Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também chegarão ao céu. Irão se misturar às estrelas, irão penetrar no Universo e voltarão cheios de energia para tornarem-se reais. Basta você querer de verdade, ter fé e nunca, NUNCA desistir deles! A Pé com Pé deseja que seu ano seja pleno de bênçãos, realizações, fé e muito amor.

“Um Feliz ano novo repleto de tudo que há de melhor.”

FELIZ NATAL!

FELIZ NATAL!

É momento de entrega… celebração, compaixão, perdão, e, sobretudo, amor.

“Abra seu coração, sonhe, deseje, ame, sorria, fique feliz, volte a ser criança.”

Nós da Pé com Pé desejamos à vocês um Natal cheio de paz, amor e felicidade. Que Papai Noel leve pra você aquilo que você mais deseja, que seus sonhos se realizem, que você seja capaz de continuar a sonhar.

PROTETOR SOLAR EM BEBÊS…

PROTETOR SOLAR EM BEBÊS…

Quando começar a usar?

O verão chegou e com ele a preocupação com a exposição ao sol aumenta devido aos riscos que os raios solares trazem a nossa pele. Imagine então o quão perigoso os raios solares podem ser para crianças, principalmente, bebês que tem pele extremamente sensível.

Em janeiro, a australiana Jessie Swan exibiu nas redes sociais a foto de seu filho de apenas três meses que sofreu reação alérgica após ter aplicado protetor solar, que segundo ela, era recomendado para bebês. A criança apresentou erupções cutâneas a vermelhidão na pele em todo corpo após ter o produto aplicado.

”O uso de protetor solar não é recomendado para bebês com menos de seis meses porque não há testes sobre as irritações que o produto pode causar em crianças com essa faixa de idade.”

Não por acaso, a exposição direta ao sol não é recomendada nos primeiros meses de vida do bebê. Se for sair e enfrentar o sol, é preciso proteger a criança com roupas adequadas, de preferência leves e de algodão, pois ajudam a filtrar os raios do sol. Também é recomendado o uso de chapéus e manter o bebê na sombra.

Se for passear com o bebê, opte por passeios curtos, no carrinho, protegendo-o do sol, e com duração máxima de 20 minutos.

Praia, como foi o caso da australiana, nem pensar! Férias em praias não são recomendadas para crianças com menos de um ano, pois só depois dessa idade é que elas começam a adquirir mais resistência.

Quando pode passar protetor:

O uso do protetor solar pode ser adotado a partir dos seis meses, mas com muita cautela. Dos seis meses aos dois anos, use protetores voltados para essa faixa etária e certifique-se da qualidade do produto. O ideal é conversar com o dermatologista ou pediatra da criança antes de começar a usá-los.

Dê preferência aos formulados com óxido de zinco ou ferro, que refletem a luz e agem como barreira aos raios solares, sem que haja uma grande absorção química.

Mas você não deve comprar o protetor e sair aplicando direto. Antes é preciso fazer um teste. Aplique uma pequena quantidade do produto em uma área do braço próxima ao cotovelo, por três dias seguidos, e observe se a criança não sofreu alguma reação ao protetor.

É claro que o uso do protetor solar não resolve. Cuidado ao expor a criança ao sol, não é recomendada a exposição ao sol entre 10h e 16h, período em que a exposição ao UVA e o UVB é mais perigosa.

“Além de queimaduras, a exposição ao sol pode causar envelhecimento precoce, manchas e o mais grave, o desenvolvimento de um câncer de pele”.

Dra. Miriam Sabino, dermatologista da Fit Body Pilates Spa & Estética.

  • Retirado da revista Materlife, Novembro de 2018. Edição 167.