+55 (18) 99607-6551 loja@pecompe.com.br
4 à 8 MESES E SUAS HABILIDADES!

4 à 8 MESES E SUAS HABILIDADES!

PERÍODO: 4-8 MESES

MANIPULAÇÃO E REPETIÇÃO

De 4 a 8 meses muitas habilidades se desenvolvem, o que constituiu, segundo Piaget, a fase da “assimilação generalizada”. A criança já é capaz de interagir com o meio, explorando o ambiente com curiosidade. Executa movimentos repetitivos como bater e sacudir, recupera objetos, reconhece familiares e exige atenção.

Aos 4 meses ergue o tronco e a cabeça, levanta as pernas e vira de lado; apoia-se nas mãos e se estica para alcançar objetos. Tem boa acuidade visual. Já emite sons e adora balançar brinquedos sonoros.

Aos 5 meses segura objetos, passando-os de uma mão para outra e se arrasta para pega-los; chupa os dedos dos pés e brinca com eles. É capaz de balbuciar sons e se alegra com sua imagem no espelho. Fica tímido na presença de estranhos e sorri para rostos familiares. Consegue diferenciar cores. Brincadeiras na hora do banho com brinquedos flutuantes (patinhos de borracha ou livrinhos de banho) são adequadas nesta fase, além de tapetes de atividade com sons e espelhos; brinquedos coloridos e que emitam sons como chocalhos e mobiles. Procure espalhar os brinquedos para que alcance. A cor vermelha estimula; o verde e o azul acalmam.

Aos 6 meses leva tudo a boca, estica os braços para pedir colo, repete silabas e faz caretas. Vira a cabeça para localizar sons e procura objetos. Cubos com guizos ou ilustrações, mordedores ou argolas para puxar e morder são os mais adequados. Procure colocar alimentos diferentes nas mãos do bebe. Brinquedos menores ajudam a estimular habilidade motora fina, já que encorajam o uso da mão.

Aos 7 meses senta-se com apoio e começa a engatinhar. Repete sons e explora o ambiente e os brinquedos. Tem interesse por figura e livros, que pode ser utilizado como brinquedo em texturas e cores diferentes. Interaja com seu filho contando histórias.

Aos 8 meses senta sem apoio, engatinha e solta objetos para serem pegos. Entendem o significado da palavra “não” e reconhecem o nome. Jogos de interação (em que se aperte algum botão com emissão de sons) já podem ser usados. E um mundo cheio de possibilidades começa a se abrir….

Dra. Angelina M. F. Gonçalves.

  • Matéria retirada da revista Materlife, Maio de 2018. Edição 161.

 

 

PAIS: VOCÊS ESTÃO PREPARADOS PARA SEU FILHO ENTRAR NA ESCOLA?

PAIS: VOCÊS ESTÃO PREPARADOS PARA SEU FILHO ENTRAR NA ESCOLA?

“Não pense que só a criança tem de se adaptar ao início da vida escolar. Os pais também precisam de um tempo para assimilar essa nova etapa”.

Confie na escola
Parece óbvio, mas nem sempre acontece. É o primeiro passo para que a criança também se sinta segura no novo local. “É como se a mãe autorizasse alguém a cuidar do filho dela, e é nessa autorização que o processo de adaptação da família começa a dar certo”, afirma Liamara Montagner, coordenadora de educação infantil. Para que haja confiança, por sua vez, é importante que a escolha da escola tenha sido bem trabalhada. Quando é indicação de amigos ou familiares, fica fácil. Para quem não tem tais referências, esse vínculo se estabelece na medida em que os pais conhecem e se identificam com os princípios que norteiam o projeto pedagógico e a concepção de aprendizagem. E, naturalmente, precisam acreditar nesses valores éticos e morais estabelecidos pela escola.

Converse sempre com a equipe pedagógica
Não só as crianças, mas também os pais têm de ser assistidos no processo de adaptação. Esclarecendo dúvidas e conversando sobre eventuais incômodos, angustias e insatisfações com coordenadores e professores, os pais adquirem intimidade com a escola e se sentem mais confortáveis em relação a ela.

Aproveite a troca entre pais
O processo de adaptação é uma oportunidade de os pais se conhecerem, interagirem e compartilharem sentimentos. Nas conversas, descobrem que as crianças são muito semelhantes entre si e que eles, por sua vez, estão passando pelas mesmas angustias. Ao mesmo tempo, vão criando um vínculo no ambiente escolar. “Mães e pais que têm filhos mais velhos na escola exercem um papel importante nessa hora, pois passam segurança para os que estão sendo recebidos pela primeira vez”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima, diretora da escola.

“Nos primeiros dias, a pontualidade na hora de buscar é crucial. Um atraso pode deixar a criança insegura, com medo de que a mãe não volte, e dificultar a despedida e a permanência nos seguintes”

Lembre-se de que conquistas requerem esforços
Existe uma tendência de os pais quererem superproteger os filhos, evitando ao máximo que sofram. Mas é importante lembrar que o ingresso na escola e as primeiras separações da mãe ou de casa fazem parte do processo de crescimento da criança”, afirma Paula Bacchi, orientadora de escola infantil. Ela acrescenta que os pais devem ter em mente que certas conquistas vêm acompanhadas de dificuldades. Representam também um amadurecimento da criança, e a escola é um excelente ambiente para isso acontecer.

Atente para o tom da separação
Despedidas dramáticas, duradouras e carregadas de emoção são um prato cheio para dificultar a entrada das crianças na escola. Independentemente do comportamento delas, os pais devem procurar dar um tom leve e até mesmo prático às despedidas. Duro, né? Mas é fundamental para que a criança perceba que não existe a opção de um choro segurar o pai ou a mãe na escola por mais tempo.

Preserve a rotina da criança em casa
Não é hora de mudanças de cama, de quarto, retirada de fraldas, chupeta, mamadeira e coisas do gênero.

Adapte-se aos horários e tenha assiduidade
Nos primeiros dias, a pontualidade na hora de buscar é crucial. Um atraso pode deixar a criança insegura, com medo de que a mãe não volte, e dificultar a despedida e a permanência nos dias seguintes,” diz Edimara de Lima, diretora pedagógica. Mesma pontualidade no início do dia também para que a criança inicie as atividades com o grupo. Evite faltas, para que a criança se insira logo na rotina escolar.

Tenha cuidado com o que diz – e com o que não diz
Algumas armações, por mais inofensivas que possam parecer, costumam atrapalhar significativamente o processo de adaptação da criança. Na despedida, por exemplo, frases como “você vai ficar bem, não é?” ou “você não vai chorar, vai?” acabam sugerindo à criança que tenha comportamentos desse tipo. Criar expectativas exageradas, dizendo à criança que ela vai adorar, que a escola é maravilhosa, que as professoras são fantásticas, etc., também podem ser prejudiciais, pois podem gerar decepções para o pequeno. Por fim, nunca minta para seu filho (dizendo que vai para um lugar, caso vá para outro) e, por mais que ele esteja brincando bem tranquilo, nunca vá embora sem se despedir. Isso quebra a relação de confiança com a mãe e pode gerar na criança o medo de ser abandonada naquele lugar estranho.

Choros são normais
O choro não significa que a criança não está gostando da escola. É uma maneira de ela dizer que é difícil se despedir da mãe. Paula Bacchi, diretora de colégio, acrescenta que é comum esse choro terminar assim que as mães viram as costas. Se o lamento se prolongar, vale investigar, claro. Ah, sim, há muita mãe que também não aguenta lágrimas. Mas tem de, pelo menos, não deixar a criança ver.

Não demonstre ter dúvidas
Comentários negativos em relação à escola nunca devem ser feito diante delas. Se a criança perceber a insegurança da mãe, pode tomar o sentimento para si ou ainda se aproveitar da situação e recorrer a chantagens emocionais.

Tenha paciência
A maioria das crianças leva uma ou duas semanas para se adaptar à escola. Há algumas que levam dias e outras, meses. Isso não quer dizer que as de adaptação mais lenta vão gostar menos da escola. Significa apenas que precisam de um pouco mais de tempo. Resta respeitar o ritmo da criança.

Afaste-se por um tempo dos relacionamentos antigos
No caso de crianças que estão mudando de escola, convém, durante o período de adaptação, não incentivar o contato frequente com amigos da escola antiga. Depois de a adaptação estar bem-sucedida, o contato pode voltar a ser como era, mas, no início, é bom dar a chance para o pequeno receber o novo ambiente com certo afastamento da vivência anterior.

Sem culpas ou cobranças
Especialmente entre mães que colocam as crianças cedo na escola por motivos profissionais, a culpa é muito comum. “Mãe trabalhando em período integral é a realidade de muitas famílias, e a criança terá de conviver com isso. Não é um mal, mas um componente da família, que gera satisfação pessoal para a mãe ou, no mínimo, um aumento de renda familiar”, diz a psicopedagoga Edimara de Lima. Por isso, não é caso de se cobrar em relação às dificuldades próprias ou dos filhos.

Respeite as orientações
“É fundamental que os acompanhantes das crianças na adaptação atendam às solicitações passadas pelas professoras e pela coordenação da escola”, diz Liamara Monstagner. E nos detalhes, respeite a experiência da equipe no assunto.

Está tudo bem. Mas acabou?
Um belo dia, a criança chega feliz à escola, despede-se dos pais, fica bem durante todo o período e volta para a casa lembrando as coisas boas vividas no dia. A adaptação está concluída? Talvez. É possível que seu filho, que ficou ótimo na primeira semana de aulas, apresente dificuldades na semana seguinte. Outra criança pode apresentar problemas dali a 15 dias ou um mês. Segunda-feiras, volta de feriados e especialmente de férias também são momentos delicados, em que choros e reclamações nas despedidas podem voltar a aparecer. O importante, então, são os pais, como sempre, conversarem com a escola, que vai atentar também para eventuais jogos emocionais feitos pela criança. Satisfeitos com a escola escolhida, acreditem que é o lugar onde tudo acontece pelo bom desenvolvimento e bem-estar da criança. Boa sorte!

• Matéria retirada da revista Materlife, Dezembro de 2018. Edição 168.

BABÁ, CRECHE OU PARENTES?

BABÁ, CRECHE OU PARENTES?

Com quem deixar o bebê depois da licença-maternidade?

Ao terminar a licença maternidade, a mulher vivencia um momento de estresse, pois está preocupada com a manutenção do aleitamento materno, a incerteza de como a criança vai se adaptar à mudança alimentar e “quem” ou “onde” deixa-la com segurança quando voltar ao trabalho.

O bebê acredita que ele e a sua mãe são ser único, daí a importância de se colocar a criança em contato com alguém que lhe tenha afeto, para substituir sua mãe que está no trabalho. Para a criança, é fundamental estar com alguém que supra suas necessidades básicas de alimentação, higiene, sono e afeto.

Deixar a criança com uma das avós u parente, com uma babá de confiança ou em uma creche são todas boas opções, cabendo a mulher escolher uma delas, pensando os prós e os contras de cada uma, no seu contexto sociocultural. A melhor opção é aquela que a deixe tranquila, levando em conta a qualidade da atenção e a segurança da criança, a fim de que ela cresça saudável e desenvolva todo seu potencial.

“Deixar a criança com o pai, avós ou outro parente de confiança, para a mãe, tem a vantagem da sensação de paz, importante para não atrapalhar o aleitamento materno”.

O pediatra poderá ajudar nessa escolha, baseado no conhecimento dos antecedentes familiares e pessoais, além da percepção das necessidades especificas de cada criança.

Deixar a criança com o pai, avós ou outro parente de confiança, para a mãe, tem vantagem da sensação de paz, importante para não atrapalhar o aleitamento materno e favorecer a tranquilidade para o trabalho.

Quanto ao bebê e à babá, o maior conflito é a sensação da mãe de que sua criança está muito ligada afetivamente com sua cuidadora. Uma babá poderá ser uma boa escolha, desde que atenda a alguns requisitos. O ideal será que a babá seja saudável, simpática, dinâmica e com escolaridade mínima de ensino médio, experiência com lactentes e conhecimentos básicos de prevenção de acidentes e de primeiros socorros. a exigência da educação formal se deve  ao fato de que as pesquisas mostram os piores indicadores de saúde relacionados a baixa escolaridade.

A criança em seu própria ambiente, com uma babá de confiança, poderá ter menos infecções respiratórias e de pele que aquela que convive em ambiente com muitas pessoas. Por outro lado, perde-se a oportunidade de socialização, muito rica nessa faixa etária.

Escolhendo a creche

Em relação às creches, é importante conhecer várias e observar alguns aspectos, antes de fazer a escolha. Observe os seguintes pontos:

  1. Recursos humanos (cuidadores): quem são, sua formação, experiência, cursos, etc.;
  2. A infraestrutura física: para identificar se é um ambiente seguro com relação a degraus, escadas, rampas, móveis, pintura dos móveis e brinquedos, parquinho, fraldário, adequação dos banheiros, pias, cozinha, etc.;
  3. Alimentação: quem cuida? Observar a higiene, os produtos utilizados, os utensílios, onde e quem prepara os alimentos, etc.;
  4. Há convênio com algum serviço de urgência e emergência? Se não, como resolvem os problemas de acidentes?
  5. Proximidade do trabalho ou de familiares que possam dar suporte, quando necessário.

A principal vantagem em escolher a creche é o incremento do desenvolvimento neuropsicomotor da criança que aprende rápido, convivendo com outras crianças. A linguagem, principalmente, é bastante desenvolvida nas crianças que convivem com outras.

Destaque: Para a criança é fundamental estar com alguém que supra suas necessidades básicas de alimentação, higiene, sono e afeto.

Fonte: SBP – www.conversandocomopediatra.com.br

  • Matéria retirado da revista Materlife, Dezembro de 2018. Edição 168.
SIMPATIAS DA VOVÓ!

SIMPATIAS DA VOVÓ!

As simpatias estão nos costumes e tradições de vários povos transmitidas pelos nossos antepassados. Geralmente elas são transmitidas de pais para filhos e por isso permanecem vivas até os dias atuais.

Certamente você já ouviu sua vó dizer: “antigamente… a gente curava soluço do bebê com uma fitinha na testa”, ou ainda, “na minha época, para o bebê falar nós dávamos água na casca do ovo”

Vamos compartilhar aqui com vocês algumas dicas de simpatias para o seu bebê que podem ajudar/ou facilitar sua vida, mamãe!

PARA DESCOBRIR O SEXO DO BEBÊ:

  • Colocar um garfo e uma colher escondidos de baixo da almofada. A mãe escolhe onde sentar. Se sentar no garfo será menino, se sentar na colher será menina (Dica da Carolina Simionato).
  • A grávida deita na cama e uma outra pessoa pega uma linha, coloca uma aliança (pode ser da gravida ou não) e pendura em cima da barriga… Se fizer movimento circular é menina… Se fizer movimento reto é menino. (Dica da Julia Monteiro).
  • Perguntar o que a futura mãe tem na mão… Se ela mostrar a mão com a palma virada para cima é menina, palma para baixo é menino (Dica da Carolina Simionato).
  • Colocar dois travesseiros um ao lado do outro e debaixo de um coloca uma tesoura aberta (menina) e no outro uma tesoura fechada (menino). Fazer isso tudo sem que a grávida veja, depois peça para ela sentar em um dos travesseiros (Dica da Kary Serrado).

PARA O BEBÊ FALAR:

  • Dar água da primeira chuva de janeiro é excelente pra dar àquela criança que demora a falar ou fala pouco (Laine Valgas).
  • Dar água na concha ou colocar uma chave dentro da boca da criança e fazer o movimento de destrancar a porta (Dica da Vanessa Morales).
  • Colocar um pintinho para piar na boca da criança (Dica da Carolina Simionato).
  • Dar água na casca do ovo (Dica da Cristiana Taylor).

PARA O BEBÊ DORMIR:

  • Colocar a camiseta (ou body) usada pelo bebê o dia todo no berço (Dica da Luciana Portinari).

PARA O BEBÊ NÃO CHORAR NO CARRO:

  • Colocar uma folha de jornal dobrado na barriga do bebê (Dica Maria Stella Cordeiro Gaeta).

PARA O BEBÊ NÃO CHORAR A NOITE:

  • Coloque o pijama do pai dobrado embaixo do travesseiro da criança (Dica da Vanessa Morales).

PARA O BEBÊ PARAR DE FAZER XIXI NA CALÇA OU NA CAMA:

  • Leve a fralda da última troca antes do pôr do sol e deixe sobre um formigueiro (Dica da Vanessa Morales).
  • Fazer xixi no tijolo (Dica da Erika Thomei Magnoli).

PARA EVITAR PESADELO:

  • Colocar um pacotinho com sal (guardanapo embrulhado com um pouco de sal) embaixo do travesseiro da criança (Dica da Maria Eugênia Rudge Leite).

PARA A CRIANÇA PARAR DE TOSSIR:

  • Dê uma chave para a criança e mande ela segurar com a mão direita. Em questão de segundos ela irá parar de tossir (Dica da Maira Piccolo).

QUANDO O BEBÊ BATE A CABEÇA:

  • Apertar com faca sem ponta por três vezes fazendo sinal de cruz, assim não sobe o famoso galo na cabeça (Dica da Duda Bueno Misiara).

PARA O BEBÊ QUE TROCA O DIA PELA NOITE:

  • Na hora do banho do nenê retirar a camisetinha e deixar virada pelo avesso debaixo da cama do bebê (Dica da Vanessa Morales).

PARA A CRIANÇA ANDAR:

  • É preciso varrer o chão à frente dela, para que o medo vá embora (Dica da Vanessa Morales).
  • Os padrinhos seguram na mão do bebe e a mãe vai atrás varrendo, por três domingos seguidos (Dica da Carolina Simionato).

PARA TIRAR “PELINHOS” OU SUJEIRINHAS QUE ENTRAM NO OLHO:

  • Cantarmos uma música e com o dedo indicador e o dedão juntos ir fazendo uma cruz nos olhos fechados enquanto canta: “Santa Luzia passou por aqui, com seu cavalinho comendo capim”. Repetir 3 vezes! (Dica da Renata Cantafio).

PARA TIRAR O MAU OLHADO:

  • Dar um beijo no bumbum do bebê (Dica da Caroline Sacramento).
  • Dar tapinhas na sola dos pés (Dica da Ana Cruz Pallotta).

PARA A CRIANÇA SE ALIMENTAR MELHOR:

  • Durante três dias seguidos guarde os restos da comida da criança do almoço e do jantar, depois coloque tudo em um prato branco, vá até um jardim deixe o prato lá e ofereça a são Cosme e são Damião para que seu filho coma bem e tenha muita saúde (Dica da Tatiane Grilli).
  • Pegar um abacate, um copo e água. Como preparar: Tire a polpa do abacate e coloque o caroço dentro do copo e complete com água. Deixe este copo sob a luz do luar. Sempre que for alimentar a criança, coloque este copo ao lado. Assim que o caroço brotar, a criança vai se alimentar melhor. Após isto, enterre o caroço num vaso ou terra.

PARA ALIVIAR AS CÓLICAS:

  • Colocar três folhas de arruda sob o travesseiro do bebê (Dica da Vanessa Morales).

PARA SER UM ADULTO BONITO:

  • Enterrar o cordão umbilical quando cair no pé de uma roseira (Dica da Tatiana Matuck).

PARA A CRIANÇA SER UM ADULTO PONTUAL:

  • Queimar o cordão umbilical quando cair (Dica da Flávia Samuel Pansa).

PARA ACABAR COM O SOLUÇO:

  • Colocar um pedaço de lã vermelha na testa. Ou então amarrar um palito de fósforo no cabelo da criança (Dica da Flávia Samuel Pansa).
  • Colocar um algodão molhado grudado na testa de bebê (Dica da Ana Cruz Pallotta).

PARA SABER O SEXO DO SEGUNDO FILHO:

  • Olhar o ‘pezinho’ do cabelo do primeiro filho, se for retinho, será menina. Se formar um bico, será menino (Dica da Erika Rosino Ramacciotti).

PARA NÃO CHOVER NAQUELA DATA IMPORTANTE:

  • Jogar um ovo no telhado e mostrar o bumbum pelado para Santa Clara… Mas, tem que ser na janela! Claro que você não vai colocar o popô pelado na janela para o mundo ver, mas deixe a janela aberta e mostre o bumbum de longe (Dica da Renata Cantafio).

Fonte:

http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/noticia/2014/01/as-primeiras-aguas-de-janeiro-ajudam-a-crianca-a-falar-4378599.html

http://www.formaes.com.br/vida-de-mae-2/simpatias/

 

BABUCHE DIVERSÃO!

BABUCHE DIVERSÃO!

SUPER LANÇAMENTO!

A Pé com Pé traz em primeira mão a nova linha de Babuches que todo menino vai adorar!

O Babuche Diversão é confortável, divertido, de fácil calce para toda criança  e ainda vem com um super brinde para o seu filho brincar.

Numeração do 23 ao 28.

Babuche + Brinde!

Babuche + Brinde

Babuche + Brinde

Babuche + Brinde

Babuche + Brinde

Babuche + Brinde

A Pé com Pé é sucesso em todo o Brasil com seus calçados divertidos e confortáveis. Sempre buscando a melhor qualidade, conforto e segurança que toda criança merece.

“Com a missão de desenvolver produtos infantis que façam prevalecer esses atributos para manter vivo o encanto de ser criança. A Pé com Pé atua no mercado infantil com serviços de qualidade e que superam as expectativas dos clientes”.

A Pé com Pé é conforto + diversão! E toda criança merece.

Compre agora em nosso Sitehttps://pecompe.com.br/