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COLO DE MÃE!

COLO DE MÃE!

VOCÊ SABIA?

Colo de mãe na infância traz benefícios na vida adulta…

A importância do colo de mãe é inquestionável. É isso o que garante uma pesquisa feita por especialistas da área de psicologia da Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos. As evidências do estudo apontam que as crianças que receberam muito carinho e colo na infância se tornaram adultos menos ansiosos e com melhor saúde mental.

Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram as respostas de 600 voluntários adultos sobre sua infância e vida atual. Entre os participantes, ficou claro que os que reconheceram terem sido acalentados pelos pais quando crianças, hoje são pessoas mais felizes, hábeis socialmente e têm menos chances de desenvolver distúrbios psíquicos.

Benefícios do colo de mãe

Esqueça aquele consenso cultural de que acariciar demais estraga a criança. Em entrevista ao portal americano WSB-TV, a professora Darcia Narvaez, líder da pesquisa, explicou que esse colo de mãe é esperado pelo bebê e que a forma como os pais agem no primeiro ano de idade tem consequências sobre o desenvolvimento do cérebro pelo resto da vida.

“Muitos abraços, afagos e colo, é isso que os bebês esperam. Eles crescem melhor assim. Isso também os acalma, porque todos os sistemas corporais e neuronais ainda estão se estabelecendo. Descobrindo como vão funcionar”, esclareceu a especialista ao portal.

Darcia sinalizou ainda que negar colo ao bebê quando ele está chorando pode afetá-lo negativamente. Principalmente porque, diante disso, os sistemas da criança vão desenvolver um gatilho fácil para o estresse. “É possível perceber isso nos adultos, pois aqueles que não receberam tanto carinho tendem a ter mais reações de estresse,” indicou.

Durante a pesquisa, Darcia e seus colegas detectaram também que os adultos que receberam mais carinho na infância tinham melhor capacidade de empatia com outras pessoas conseguiam compreender outras perspectivas além das suas. Eles também se relacionavam facilmente e conseguiam abrir seus corações.

Tempo de qualidade com os filhos

Criar os filhos para o mundo está longe de ser tarefa fácil. Especialmente para as famílias do século 21, nas quais homens e mulheres trabalham fora de casa, ficam ausentes na maior parte do dia e ainda têm múltiplas tarefas para cumprir. Por isso, nos períodos livres, é fundamental dar carinho á criança e aproveitar o tempo juntos com qualidade.

A dica dos especialistas é se entregar inteiramente. Mesmo que seja por poucos minutos, é necessário oferecer um colo de mãe muito carinhoso, paciente e gentil. Nada de sacudir ou demonstrar impaciência. Dessa forma, o afago vai assustar mais do que acalentar.

Além disso, é muito importante mostrar ao seu filho que você está inteiramente presente nos momentos em que se dispõe a estar com ele. Por isso, deixe o celular, o trabalho e outras distrações de lado.

Ao se dedicar à criança nos primeiros meses de vida, você já está dando o primeiro passo para que, à medida que cresce, ela se torne independente e feliz. Esse afago é um presente incomparável e insubstituível.

Conteúdo autorizado para reprodução na Revista Materlife com fonte retirada pelo publicador. Divulgado em: www.doutissima.com.br.

  • Matéria retirada da revista Materlife, Setembro de 2018. Edição 165.
PRIORIZANDO A FAMÍLIA!

PRIORIZANDO A FAMÍLIA!

VOCÊ ANDA PRIORIZANDO SUA FAMÍLIA?

Muitas vezes, nós acabamos dedicando nossa atenção mais para a vida profissional do que pessoal, o que pode aumentar, e muito, o nosso estresse!

Agendamos todos os nossos compromissos profissionais, mas por qual motivo será que não colocamos na agenda nossos compromissos pessoais, como o de estar com a família?

Aqui vai algumas dicas do coaching de bem-estar e saúde:

  1. Pegue um papel e escreva o que você anda priorizando em sua agenda.
  2. Agora reflita: Por que eu gostaria de ter mais tempo com a minha família?
  3. O que precisa mudar para você ter um tempo maior com ela?
  4. O que você pode delegar?
  5. O que você pode cancelar que não seja relevante em sua agenda?
  6. Há algo que não seja tão urgente? Reagende!
  7. Programe ainda essa semana um momento com sua família e trate como prioridade.
  8. Estar com quem amamos nos dá maior bem-estar!
  9. Agora, vamos falar sobre estar presente com a sua família, segundo a Mindfulness.
  10. Observe se você está totalmente lá ou se os seus pensamentos ainda estão no trabalho.
  11. Se possível deixe seu celular distantes e experimente colocar total atenção no que cada um está falando.

Receio de trabalhar menos?

As dicas acima ajudarão você a planejar sua vida pessoal, assim não precisará estar com a sua mente na família quando estiver trabalhando, além de que estar com a sua família agregará sentimentos profundos e conexão com o próximo. Já deu pra entender que até sua vida profissional será beneficiada a partir desse equilíbrio da sua vida pessoal. Viva a vida com harmonia!

Conteúdo autorizado para reprodução na Revista Materlife com a fonte retirada pelo publicador. Divulgado em: Eu Sem Fronteiras (www.eusemfronteiras.com.br) pela Colunista Bem-Estar Saúde Coaching.

 

  • Matéria retirada da revista Materlife, Agosto de 2018. Edição 164.
Sapatilha Diversão + Tiara Coroa Dourada

Sapatilha Diversão + Tiara Coroa Dourada

A Sapatilha Diversão Pé com Pé é confortável, divertida e de fácil calce para toda criança. Além de linda é ideal para completar o look da sua princesa. E vem com uma tiara encantadora de brinde.

A Pé com Pé é sucesso em todo o Brasil com seus calçados divertidos e confortáveis. Sempre buscando a melhor qualidade, conforto e segurança que toda criança merece.

Com a missão de desenvolver produtos infantis que façam prevalecer esses atributos para manter vivo o encanto de ser criança. A Pé com Pé atua no mercado infantil com serviços de qualidade e que superam as expectativas dos clientes.

A Pé com Pé é conforto + diversão! E toda criança merece.

Numeração: 25 ao 32.
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BRINCANDO…

BRINCANDO…

Brincando dos 18 aos 24 meses!

O tempo passou rápido e finalmente chegamos à idade da imaginação!

Durante este período de desenvolvimento, seu filho foi aperfeiçoando habilidades motoras, de linguagem, cognitivas e afetivas.

Agora consegue correr, subir, descer escada e já é capaz de andar em um triciclo. Executa movimentos finos e complexos com as mãos, encaixando e montando objetos e brinquedos. Dois ou três cubos em fila podem virar um trem!

Rabisca e imita um traço vertical. Ofereça giz de cera e muito papel. Deixe seu pequeno artista se expressar. Brincadeiras com “massinha” também podem ser empregadas, explorando esta capacidade motora e estimulando a criatividade.

Nunca se esqueça da segurança do material utilizado. Obedecem ordens simples e seu vocabulário inclui até 50 palavras. Conseguem formar frases pequenas e chamam-se pelo próprio nome.

Buscam independência. Já conseguem se vestir sozinho e seguram com firmeza a colher. Por outro lado, estabelecem fortes vínculos afetivos com os pais. É por volta dos 2 anos que a personalidade se torna mais definida. A descoberta do “mundo do faz de conta”, possibilita uma nova relação com tudo o que o cerca.

Através da brincadeira, imitam o que vivenciaram ou vivem além de corrigir os aspectos insatisfatórios do real.

Ofereça brinquedos como bonecas, bichinhos de plásticos, carrinhos e observe o que seu filho é capaz de fazer. Aliás, brinque com ele e de asas a sua imaginação também.

E através da criatividade induzida pelo jogo, pelo brinquedo que seu filho irá se inserir socialmente dentro do espaço que vive, propiciando em perfeito amadurecimento emocional.

Dra. Angelina Maria Freire Gonçalves.

  • Matéria retirada da revista Materlife, Agosto de 2018. Edição 164.

 

EDUCAR A CRIANÇA: QUANDO COMEÇAR?

EDUCAR A CRIANÇA: QUANDO COMEÇAR?

Quando se deve começar a Alfabetizar uma criança?

A questão sobre a idade ideal para alfabetizar uma criança tem sido alvo de intensos debates há muitos anos. Da mesma forma como permanece ainda hoje ativa a questão sobre quais os conteúdos a serem ensinados na Educação Infantil. Há pelo menos 30 anos o debate pendia mais para a resposta de que se deve alfabetizar apenas quando a criança entra no Ensino Fundamental, por volta dos 7 anos, principalmente por questões de desenvolvimento baseados na teoria piagetiana ou em crenças populares.

No entanto, é necessário responder essa questão com base nas mais recentes evidencias cientificas e não apenas com proposições ideológicas ou desatualizadas.

Atualmente, acumulamos um grande corpo de evidencias cientificas acerca dos processos de ensino e de aprendizagem da linguagem escrita. Esses resultados de pesquisas, brasileiras e estrangeiras, nos mostram que a aquisição das habilidades de leitura e de escrita é um processo que começa muito precocemente ainda nos primeiros anos da infância. Por esta razão advogo em favor da importância do papel de uma Educação Infantil de qualidade que garanta essas habilidades básicas para alfabetização.

Dentre as proposições que são contrarias ao ensino de leitura e de escrita na Educação Infantil, muitas delas encontram respaldo em teorias antigas (desatualizadas) e conhecimento não cientifico de base mais mítica do que empírica. Aliás, é preciso deixar claro que não se trata de ensinar a ler e escrever na Educação Infantil, mas sim de ensinar habilidades que são pré-requisitos para alfabetação no Ensino Fundamental. Essas habilidades podem facilitar a aprendizagem da leitura e da escrita no Ensino Fundamental, além de que existem evidencias de que tais habilidades são capazes de diferenciar os bons leitores dos maus leitores mesmo no final do ensino fundamental.

Um ponto de partida essencial é entender que pré-requisito fundamental para aprender a ler e escrever é ter o domínio da linguagem oral. Qualquer leitor que aprendeu a ler em português conhece também o alfabeto Inglês (já que é o mesmo), mas nem por isso pode entender textos em inglês se não sabe falar inglês (não aprendeu a fonologia do inglês).

É preciso, portanto, reconhecer que a linguagem escrita representa, isto é, registra a linguagem falada. De tal modo, que quando as crianças entram na Educação Infantil, aos 4 ou 5 anos, elas já estão dominando um importante pré-requisito que é a linguagem oral.

Dessa forma, pode-se perguntar quando se começa a aprender a ler e escrever? De certo modo, desde os primeiros momentos em que nascemos, quando já começamos a ser expostos a nossa língua materna (aliás existem evidencias de que mesmo ainda durante a gestação já temos influencias dos sons da nossa língua), quando somos expostos à letras, a nomes escritos, à historias, livros e etc.

No entanto, aprender a falar é uma coisa que fazemos, de modo geral, sem muitas dificuldades e espontaneamente, isso é sem a necessidade de uma escola, mas para aprender a ler e escrever precisamos sim de uma escola ou alguém que nos facilite essa aprendizagem, ensinando como funciona o sistema alfabético. É importante frisar também, que embora as crianças de 5 anos possam corrigir frases erradas como “O menina chutou a bola” dizendo que o correto são “A menina chutou a bola”, elas não sabem explicar o porquê a frase estava errada. Isso significa que elas adquirem conhecimentos implícitos da língua oral, mas para aprender a ler e escrever é preciso refletir sobre a língua, é preciso adquirir conhecimentos explícitos.

Quais são as habilidades necessárias para aprender a ler e escrever?

Para aprender a ler e a escrever com eficiência é preciso entender que letras representam os sons das palavras faladas. Dessa forma, tratarei aqui de duas habilidades essenciais: o conhecimento alfabético e a consciência fonêmica (e consciência fonológica). Essas duas habilidades têm sido reconhecidas em inúmeras pesquisas como dois dos melhores preditores do sucesso na alfabetização.

Conhecimento Alfabético

É preciso ensinar as crianças a reconhecer o nome, a forma e os sons das letras. Essa deve ser uma das bases da alfabetização e é o que denominamos de conhecimento alfabético.

Embora possa parecer a você leitor proficiente que conhecer letras seja algo trivial, que se aprenda espontaneamente sem qualquer dificuldade, isso não passa de uma mera ilusão. É preciso ensinar as crianças a reconhecer o nome, a forma e os sons das letras. Essa deve ser uma das bases da alfabetização e é o que denominamos de conhecimento alfabético.

Para conseguir ler com eficiência as palavras dentro e fora de um texto, nós precisamos ler as palavras por reconhecimento automatizado. Isso significa que nós lemos as palavras com rapidez e precisão porque elas foram armazenadas previamente na nossa memória e a maneira mais eficaz de isso ocorrer é criando conexões entre letras e sons.

As crianças não podem simplesmente descobrir espontaneamente algo que foi inventado há mais de 3000 anos. Isso é, não podem descobrir porque símbolos arbitrariamente significam determinados sons ou o porquê quando se desenha “d” é diferente desse símbolo “b” ou deste “q” ou deste “p”. Deve-se reconhecer que historicamente se convencionou que esses símbolos em posições distintas representam sons distintos, então é preciso ensinar quais os nomes, as formas e os sons desses símbolos chamados letras.

Consciência fonológica

Outra habilidade fundamental para aprender a ler e escrever é a que chamamos de consciência fonológica. Trata-se da habilidade de prestar atenção e conseguir manipular intencionalmente os sons que compõe as palavras faladas. Quando nós ouvimos uma frase, não é possível perceber os espaços existentes entre as palavras, nós ouvimos sons coarticulados. Pessoas alfabetizadas passam a perceber os limites entre as palavras dentro de uma frase falada, mas isso é um efeito psicológico. Quando passamos a prestar atenção nesses intervalos de espaço entre as palavras começamos a desenvolver a consciência da palavra, que é um dos níveis de consciência fonológica. Ulteriormente, passamos a prestar atenção em segmentos sonoros menores como rimas, sílabas e a principal unidade sonora que são os menores sonsas das palavras, chamados de fonemas.

Cabe destacar que não necessariamente nós desenvolvemos todos esses níveis de consciência fonológica naturalmente se não fomos ensinados para tanto. Por esta razão evidencia-se mais uma vez que é preciso ensinar essas habilidades, o que pode ser feito de modo muito simples por meio de jogos e outras atividades lúdicas na Educação Infantil.

Ora, é essencial desenvolver a consciência fonêmica, ou seja, a capacidade de perceber que dentro de cada palavra existem pequenos pedaços de sons que são diferentes. A consciência fonêmica (ou consciência dos fonemas) é fundamental para a alfabetização, pois permite que a criança observe que para cada som deve-se usar uma ou mais letras (refiro-me aos dígrafos com CH).

Juntamente com o conhecimento alfabético, a consciência dos fonemas permite que as crianças adquiram o que se chama de mapeamento ortográfico que é a forma como armazenamos palavras eficazmente na memória, criando conexões entre letras e sons.

Para concluir, retomo a defesa de que a deve-se ensinar a ler e a escrever desde sempre. Não existem evidências de que as crianças só conseguem lidar com letras e sons aos 7 anos, o que existe são evidências de que mesmo crianças muito mais jovens podem aprender a ler se elas conhecem as letras e seus sons. O que realmente importa, em se tratando de alfabetização, é o conhecimento e o uso que as crianças fazem das letras e seus sons.

Uma questão que faço aos críticos é quais são os reais prejuízos de se ensinar letras e sons para as crianças? As minhas experiências sempre me mostraram que na realidade as crianças, mesmo mais jovens gostam muito de saber o que são as letras e como usá-las para dizer coisas. Não é preciso tratar o assunto da alfabetização como algo difícil e cruel, basta reconhecer que com atividades simples é possível estimular e ensinar as crianças, desde muito cedo, a reconhecer letras e seus sons. Não apenas a minha opinião, mas as evidências cientificas mostram que esses conhecimentos vão ajudar e muito as crianças a aprender a ler e escrever com mais sucesso e prazer.

Conteúdo autorizado para reprodução na Revista Materlife com a fonte retirada pelo publicador. Divulgado em: Prof. Dr Renan de Almeida Sargiani, Psicólogo CRP 06/109086, Doutor em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo. (www.psicologiaexplica.com.br).

  • Matéria retirada da revista Materlife, Agosto de 2018. Edição 164.