por Eduardo Banderas | maio 12, 2019 | Família
Uma das datas comemorativas mais importantes do ano…
As mais antigas celebrações do Dia das Mães remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia das Mães eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.
A história do Dia das Mães na Inglaterra
Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4° Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Nesse período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos, a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.
A história do Dia das Mães nos Estados Unidos
Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
“A maioria das fontes é unânime acerca da ideia da criação de um Dia das Mães. A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães.”
A ideia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia das Mães, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a Sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos e simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 crevos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.
Segundo Anna Jarvis, seria objetivo desse dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais ativo sobre as nossas mães. Por meio de plavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis, deveríamos proporcionar-lhes prazer e trazer felicidade aos seus corações todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia das Mães.
Diante da aceitação geral, a Sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos, com o intuito de estabelecer um Dia das Mães em nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.
A campanha foi de tal forma bem-sucedida que, em 1911, era celebrado em praticamente todos os Estados. Em 1914, o Presidente Woodrow declarou oficialmente e em nível nacional o 2° Domingo de maio como o Dia das Mães.
Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia das Mães com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos.
“Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.”
E é o que fazem praticamente em todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.
A história do Dia das Mães no Brasil
Conforme explicado nos textos anteriores, a história do Dia das Mães tem origens e datas distintas, no Brasil, atualmente o dia das Mães é no 2° Domingo de Maio, em homenagem à Maria, Mãe de Cristo.
Curiosidades do Dia das Mães:
- Algumas tribos, como os Assam em África, afirmam não ter famílias, mas sim “maharis”, ou seja, “maternidades”.
- Os nomes das famílias chinesas têm geralmente uma indicação (prefixo) relativa à maternidade. É uma maneira de homenagear as mães da família.
- Tal como nós, os gregos antigos celebram o Dia das Mães na primavera. Evocavam Rhea, a mãe dos deuses, fazendo oferendas de bolos de mel, boas bebidas e flores, logo pela madrugada. Talvez seja este o início da tradição de levar o pequeno almoço à cama no Dia das Mães.
- A Família Imperial do Japão assinala os seus descendentes a partir de Omikami Amatersasu, a Mãe do Mundo.
- As escrituras da religião hindu atribuem à Grande Mãe, Kali Ma, a invenção da escrita, por meio de alfabetos, pictogramas e imagens sagradas de grande beleza.
- O Presidente George Washington disse um dia: “A minha mãe é a mulher mais bonita que alguma vez vi. Atribuo todo o meu sucesso na vida à educação moral, intelectual e física que recebi dela”.
- A palavra grega “meter” e palavra sânscrita “mantra” podem significar “mãe” e “medida”.
- As mulheres nativo-americanas eram honradas com a expressão “Vida da Nação”.
- Os antigos egípcios acreditam que “Bast” era a mãe de todos os gatos do mundo e que os gatos eram animais sagrados.
- Buda honrou as mães quando disse: “Uma mãe, mesmo que arrisque a sua vida, ama e protege o seu filho para que o homem possa cultivar a compaixão pelo mundo inteiro.”
O Dia das Mães é agora celebrado em muitos países do mundo. Austrália, México, Dinamarca, Finlândia, Itália, Turquia, Bélgica, Rússia, China ou Tailândia são alguns dos muitos países com celebrações especiais dedicadas às mães. Os dias, contudo, diferem por vezes de país para país.
Matéria retirada da revista Materlife, Maio de 2019. Edição 173.
por Eduardo Banderas | maio 9, 2019 | Lançamentos
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por Eduardo Banderas | maio 7, 2019 | Família
… Dizem que as mães sempre sabem reconhecer e distinguir seus bebês, inclusive quando são gêmeos. Isso é feito comparando-se o peso, o tamanho, o cheirinho, a personalidade. Porém, os muitos cuidados (em dose dupla) com os bebês, as poucas horas de sono e a rotina estressante pode acabar confundindo até mesmo as mães mais atentas.
“Não são raros os relatos de mulheres que deram banho duas vezes no mesmo filho, por exemplo, deixando o outro de lado, sem querer.”
Para evitar estas situações e também para facilitar a identificação dos gêmeos por familiares, professores da escola e coleguinhas, veja algumas dicas:
Dica para a mamãe:
Uma dica para eu a mulher consiga organizar seus afazeres e os cuidados com os bebês é anotar tudo. Coloque o nome de cada um dos gêmeos e vá anotando o que você fez para ele: banho, troca de fraudas, alimentação.
Roupinhas iguais:
Vestir roupinhas iguais é praticamente uma marca registrada dos gêmeos. Se as mães gostam de vesti-los assim, uma dica é continuar escolhendo roupinhas iguais, da mesma estampa, mas de cores diferentes. Isso será eficaz na hora de distinguir os bebês.
Pulseirinhas e brincos:
Se os bebês forem duas meninas, uma maneira de diferenciar é apostar em acessórios femininos, existentes até mesmo para os recém-nascidos. Compre aquelas tradicionais pulseirinhas de plaquinhas onde é possível gravar o nome. Outra opção é colocar um pingente com a inicial da bebê. Brinquinhos com pedrinhas coloridas são outra alternativa bastante sutil e delicada.
Acessórios coloridos:
Você pode ainda colocar outros acessórios de cores diferentes nos bebês, como meias e gorrinhos. Além de variar nas cores, existem acessórios com temas e estampas variadas, inclusive que imitam animais e outros personagens infantis que fazem bastante sucesso entre os pequenos.
Fonte: Site Gestação Bebê.
Matéria retirada da revista Materlife, Abril de 2019. Edição 172.
por Eduardo Banderas | abr 21, 2019 | Fique por dentro
Você sabe o VERDADEIRO significado da Páscoa?
A Páscoa é uma celebração cristã comemorada anualmente ao domingo, conhecido como Domingo de Páscoa. É uma festa móvel, ou seja, a data de comemoração varia dependendo do ano. Porém, por norma, costuma acontecer entre os dias 22 de março e 25 de abril.
Esta é considerada uma das festas mais importantes para os cristãos, pois celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Ela marca o fim da chamada Semana Santa, que se inicia no Domingo de Ramos e termina no domingo seguinte.
Durante toda a semana há procissões e cerimônias especiais, sobretudo na quinta e na sexta-feira, conhecida como Sexta-feira Santa ou Sexta-Feira da Paixão (que marca a morte de Cristo na cruz). É no Sábado de Aleluia que é proclamada a ressurreição.
Símbolos da Páscoa:

Atualmente, a Páscoa é rodeada por diversos símbolos. No Brasil, os mais populares são:
- Coelho da Páscoa;
- Ovos de Páscoa feitos de chocolate;
- Cruz da ressurreição;
- Cordeiro;
- Pão e o vinho;
- Círio pascal;
A Pé com Pé deseja que a Páscoa de toda a sua família seja abençoada! Feliz Páscoa!
por Eduardo Banderas | abr 19, 2019 | Fique por dentro
O Dia do Índio é celebrado anualmente em 19 de abril no Brasil.
Esta importante data serve para lembrar e reforçar a identidade do povo indígena brasileiro e americano na história e cultura atual.
Antes da chegada dos primeiros europeus em terras americanas, todos os países que formam este continente eram amplamente povoados por grandes nações indígenas. Infelizmente, a ganância e a crueldade humana fizeram com que muitas tribos fossem totalmente dizimadas e grande parte da cultura indígena foi esquecida.
Na tentativa de preservar as tradições e identidade dos indígenas, o Dia do Índio surgiu para não deixar as novas gerações esquecerem das verdadeiras raízes que formam o povo brasileiro.
A Funai – Fundação Nacional do Índio – é uma das principais instituições brasileiras que se dedica a defender a cultura e os direitos dos povos indígenas do país.
Atualmente, ainda está em curso um violento ataque a essas nações, com tristes e constantes episódios de assassinatos de populações e líderes indígenas.

História do Dia do Índio
O dia 19 de abril foi escolhido como data para se comemorar a cultura indígena em homenagem ao Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, que ocorreu em 19 de abril de 1940 em Patzcuaro, México.
O objetivo deste congresso era reunir os líderes indígenas das diferentes regiões do continente americano e zelar pelos seus direitos.
No Brasil, esta data foi oficializada através do decreto-lei nº 5.540, de 2 de junho de 1943, com assinatura do então presidente Getúlio Vargas.
A nível internacional, a Organização das Nações Unidas (ONU) também criou o Dia Internacional dos Povos Indígenas (9 de agosto) para conscientizar os governos e população mundial sobre a importância de preservar e reconhecer os direitos dos indígenas.
Atividades para o Dia do Índio
Durante o Dia do Índio, as escolas e demais instituições culturais e de ensino incentivam as crianças e os jovens a conhecerem as diferentes práticas culturais das etnias indígenas.
Para isso, são organizadas algumas atividades, como trabalhos criativos e palestras informativas, por exemplo.
Algumas dicas do que fazer com as crianças no Dia do Índio:
- Fazer colares indígenas;
- Trabalhar com argila e fazer vasilhas e outros utensílios, pintando-os com motivos indígenas;
- Relembrar para as crianças palavras de origem indígena;
- Contar lendas de diversas tribos do Brasil;
- Conscientizar as crianças para a importância da cultura indígena no Brasil;
- Promover debates e reflexões sobre a situação dos povos indígenas atualmente no Brasil;
- Pintar desenhos alusivos ao dia;
- Incentivar que as crianças façam desenhos sobre o que conhecem da cultura indígena;
- Cantar músicas indígenas ou alusivas ao Dia do Índio
Vale lembrar a importância de discutir sobre a cultura e direitos indígenas durante o ano todo, não apenas na data estipulada. Também é relevante ressaltar o caráter de luta por respeito e direitos humanos que a data evoca.
Matéria retirada: